Ronald DeFeo, assassino que inspirou a franquia “Terror em Amityville”

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Assassino que inspirou franquia Terror em Amityville

 

O assassino Ronald DeFeo Jr., que inspirou a franquia “Terror em Amityville”. (© Divulgação/MGM)

 

 

Ronald Joseph DeFeo Jr. (Brooklyn, Nova York, 26 de setembro de 1951 – Albany (Nova York), 2 de março de 2021), assassino que inspirou a franquia “Terror em Amityville”.

 

Durante o seu julgamento, DeFeo tentou diversas estratégias de defesa: primeiro, disse que os assassinatos haviam sido cometidos por outros indivíduos, ligados ao crime organizado; depois, tentou alegar insanidade; por fim, passou a culpar uma de suas irmãs mais novas.

 

Ele foi condenado à prisão perpétua em 1974, após matar o pai, a mãe e os quatro irmãos na casa da família em Amityville (EUA).

 

Em sua juventude, o assassino massacrou toda a família e acabou confessando. Ele disse aos detetives: “Quando comecei, eu simplesmente não conseguia parar. Aconteceu tão rápido”. Mas todos os detalhes do caso se provaram inconsistentes. DeFeo mudou várias vezes a versão de como e porque matou sua família, e os detetives não conseguiram comprovar como ele conseguiu fazer isso da forma como os corpos foram encontrados, todos deitados em suas camas, sem demonstrar resistência e sem que tenham sido drogados.

 

Após sua prisão, a família Lutz se mudou para a residência de Amityville, mas só conseguiu ficar 28 dias na casa.

 

Três anos após a prisão dele, o escritor Jay Anson publicou o livro “Terror em Amityville”, que ele alegava ser baseado nas experiências sobrenaturais da família Lutz, que se mudou para a cada dos DeFeo depois dos crimes.

 

Em 1977, o escritor Jay Anson publicou o livro “Terror em Amityville”, baseando-se nas experiências sobrenaturais vividas pelos Lutz na casa de DeFeo, culpando as tragédias pela presença de demônios e/ou fenômenos paranormais.

 

A fama da casa levou vários pesquisadores paranormais a investigá-la, incluindo o casal Ed e Lorraine Warren, cujo trabalho inspirou uma franquia cinematográfica recente, “Invocação do Mal”.

 

Já a A versão cinematográfica do livro de Anson foi lançada em 1979, com James Brolin e Margot Kidder no elenco.

 

Apesar do baixo orçamento e produção independente, “Terror em Amityville” virou sensação entre o público e arrecadou mais de US$ 86 milhões nas bilheterias. O sucesso deu origem a uma franquia, com continuações, spin-offs e remakes, resultando num total de 21 filmes, sem contar as cópias.

 

A primeira continuação, “Amityville II: A Possessão” foi baseado em outro livro, “Assassinato em Amityville”, do parapsicólogo Hans Holzer, que abordou os crimes de DeFeo. Na trama, o nome da família foi alterado e detalhes controversos acrescentados, junto com uma motivação sobrenatural para os assassinatos.

 

A produção com maior orçamento foi lançada em 2005, um remake do primeiro longa. Batizado no Brasil de “Horror em Amityville”, o filme trazia Ryan Reynolds no papel principal e Chloë Grace Moretz como sua filha.

 

Ronald DeFeo faleceu em 12 de março de 2021, aos 69 anos, nos EUA.

DeFeo estava preso na Sullivan Correctional Facility, mas foi transferido para um hospital em Albany (Nova York) em 2 de fevereiro.

(Fonte: https://www.msn.com/pt-br/cinema/noticias – CINEMA / NOTÍCIAS / por Pipoca Moderna – 16/03/2021)

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