Cláudio Santoro, foi um dos mais destacados compositores de música erudita do país, era maestro da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília

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Cláudio Franco de Sá Santoro (Manaus, 23 de novembro de 1919 — Brasília, 27 de março de 1989), um dos mais destacados compositores de música erudita do país, era maestro da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília.

Ao longo de cinquenta anos de carreira, Santoro escreveu mais de 400 peças musicais, entre elas catorze sinfonias. Viveu dez anos na Alemanha, na década de 70, antes de ser reconhecido no Brasil.

No dia 27 de março de 1989, Santoro sofreu um enfarte enquanto regia os ensaios de sua orquestra. Morreu no Hospital de Base de Brasília, aos 69 anos.

(Fonte: Veja, 5 de abril, 1989 – Edição 1074 – Datas – Pág; 97)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Disco com obra de Claudio Santoro para violino e piano inclui peças inéditas do compositor erudito

Álbum duplo sai em dezembro e estende as comemorações do centenário de nascimento do artista amazonense.

 

Um dos nomes mais relevantes do universo brasileiro da música clássica, o compositor, violinista e maestro amazonense Claudio Santoro deixou obra que abrange 14 sinfonias, uma ópera e numerosas peças de câmara.

 

O legado autoral do artista gera mais um disco. Programado pelo Selo Sesc para ser editado em 2 de dezembro, o álbum duplo Claudio Santoro – Obra completa para violino & piano reúne, em 24 faixas, registros de temas do compositor com os toques do violonista Emmanuele Baldini – músico italiano radicado no Brasil e spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) – e do pianista Alessandro Santoro, filho de Claudio e responsável pelo acervo do pai.

O primeiro disco reúne cinco sonatas para violino e piano criadas por Santoro, abarcando duas facetas importantes – o dodecafonismo dos anos 1940 e o nacionalismo da década de 1950 – da obra do compositor.

O segundo disco traz mais uma sonata, além de obras inéditas, até então sem registro fonográfico. São os casos das peças Sicilienne op.1 para violino e piano e Op.4 para violino e piano, escritas respectivamente em junho e em setembro de 1937, quando Santoro tinha apenas 17 anos, e consideradas as primeiras obras oficiais do compositor.

Entre os temas inéditos em disco, há também Elegia II para violino e piano, peça de 1986 que representa o último período de criação do compositor, e os dois movimentos da Sonata 1939 para violino e piano (Allegro e Andante).

(Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2020/11/23 – POP & ARTE / MÚSICA / BLOG DO MAURO FERREIRA / Por Mauro Ferreira – 23/11/2020)
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