“A mídia não estaria divulgando nomes se esses nomes não tivessem sido fornecidos. É muito claro, não vou acreditar que a mídia teve acesso (aos nomes) a partir de uma sessão espírita. Não tenho dúvidas de que aqui está narrado um crime. A procuradoria não está acima da lei.” Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, ao atribuir à Procuradoria-Geral da República vazamentos de informações da Operação Lava-Jato

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A mídia não estaria divulgando nomes se esses nomes não tivessem sido fornecidos. É muito claro, não vou acreditar que a mídia teve acesso (aos nomes) a partir de uma sessão espírita. Não tenho dúvidas de que aqui está narrado um crime. A procuradoria não está acima da lei.”

Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, ao atribuir à Procuradoria-Geral da República vazamentos de informações da Operação Lava-Jato

 

 

Não vi uma só palavra de quem teve uma disenteria verbal a se pronunciar sobre esta imputação ao Congresso, ao Palácio do Planalto e ao STF. (…) Ainda assim, meus amigos, em projeção mental, alguns tentam nivelar a todos à sua decrepitude moral, e para isso acusam-nos de condutas que lhes são próprias.”

RODRIGO JANOT, procurador-geral da República, respondendo às críticas de Gilmar Mendes

(Fonte: Veja, 29 de março de 2017 – ANO 50 – Nº 13 – Edição 2523 – Veja Essa – Editado por Rinaldo Gama – “As pérolas são compiladas e coletadas da imprensa e da TV e recolhidas pelos jornalistas de VEJA” – Pág: 40/41)

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