Julio Rego, consultor de moda e ícone de estilo carioca, conhecido como Julinho Rego

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Um dos homens mais elegantes do Rio de Janeiro

Julio Rego em 2004 - (Foto: Marcos Ramos / Agência O Globo)

Julio Rego em 2004 – (Foto: Marcos Ramos / Agência O Globo)

 

Julio Rego, consultor de moda e ícone de estilo carioca, conhecido como Julinho Rego. Consultor assinou visual de repórteres e apresentadores.


Julinho era considerado um dos homens mais elegantes do Rio de Janeiro, com seus chapéus Panamá e looks coloridos e irreverentes. Formado em Direito, trabalhou por mais de 20 anos no setor bancário antes de se dedicar totalmente à moda. Foi ele o responsável por criar o departamento masculino da Casa Alberto, e seu trabalho na loja e elegância nata chamaram atenção de Boni, que o convidou para ser consultor da GloboNews.

Logo depois a direção da Rede GLOBO o chamou para cuidar também dos repórteres e apresentadores, inclusive da área de esporte. Chegou também a apresentar o quadro “Com que roupa?” no telejornal “Bom dia Brasil” e a vestir o apresentador Jô Soares. Assinou também coleções de óculos que eram vendidas no Rio e em Porto Alegre.

Julio Rego em 2008 - (Foto: Camilla Maia / Agência O Globo)

Julio Rego em 2008 – (Foto: Camilla Maia / Agência O Globo)

 

Julio Rego morreu em 5 de dezembro de 2016 no hospital Silvestre de um câncer na garganta.

“Perdemos um dândi típico do século XX. Um representante da estética clássica com grandes audácias de criatividade”, lamentou a consultora de moda Gloria Kalil.

“Julio era um profissional com muita cultura de moda. O que hoje infelizmente é raro. Tinha seu estilo característico, sempre pautado pela elegância. É uma perda para a moda brasileira”, disse o estilista Carlos Tufvesson.

“Julio Rego é a maior prova de que elegância é muito mais que aparência. Sabia viver, fazer amigos e contar histórias. Algumas delas, contadas por amigos como Zózimo, viraram lenda, como a de uma noite no Antonio’s em que ele, completamente alto, pegou um táxi e, quando o motorista perguntou para onde queria ir, respondeu: jamais saberás”, contou Heloisa Marra, que escreveu junto com ele o livro “Estilo no trabalho”.

Em entrevista dada à coluna “Gente Boa” em dezembro de 2015, preparava um livro de memórias.

“Não é biografia, que eu detesto. Tô velho e minha mãe já morreu, então, posso contar tudo”, disse ele na época.

(Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia – RIO DE JANEIRO – NOTÍCIA/ Por G1 Rio – 05/12/2016)

(Fonte: http://oglobo.globo.com/ela/gente – ELA – GENTE/ POR O GLOBO – 05/12/2016)

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