José Mentor, foi relator da CPI do Banestado – escândalo de evasão de dezenas bilhões de reais do Banco do Estado do Paraná na década de 1990

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Advogado, Mentor foi deputado federal por quatro legislaturas.

 

José Mentor (Santa Isabel, São Paulo, 30 de setembro de 1948 – São Paulo, 25 de julho de 2020), advogado e ex-deputado federal (PT-SP).

 

Ele era advogado e foi deputado federal por quatro legislaturas, entre 2003 e 2019. Mentor também foi vereador da Câmara Municipal de São Paulo de 1993 a 2003 e deputado estadual.

 

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Mentor também foi deputado estadual constituinte em 1989 e vereador em São Paulo por três mandatos. Advogado por formação, na Câmara, Mentor foi relator da CPI do Banestado – escândalo de evasão de dezenas bilhões de reais do Banco do Estado do Paraná na década de 1990. “O fazer político fica menos elaborado e mais curto e estreito de visão estratégica”, diz o deputado Enio Verri (PT-PR), líder do PT na Câmara.

 

O deputado estava envolvido em denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro e era um dos alvos da operação Lava Jato. E seu nome foi citado na delação premiada do doleiro Alberto Youssef.

 

Em maio de 2017, o ex- procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou denúncia contra o deputado em inquérito aberto na Operação Lava Jato. A investigação, aberta em março de 2015, apontou indícios de que o parlamentar petista atuou em crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Segundo o inquérito, José Mentor recebeu R$ 380 mil do doleiro Alberto Youssef em fevereiro de 2014. O repasse teria sido feito a pedido do então deputado André Vargas (sem partido-PR).
De acordo com a denúncia, o valor foi pago para que José Mentor ajudasse a viabilizar a contratação de uma empresa pela Caixa Econômica Federal. O contrato, de R$ 71 milhões, era para o fornecimento e manutenção de um software.
Em delação premiada, Alberto Youssef relatou ter entregue o dinheiro pessoalmente a Mentor, em um escritório em São Paulo.
Em 2018, o STF (Supremo Tribunal Federal) arquivou a denúncia por considerar que não foram apresentados elementos contra Mentor.Em outubro de 2018, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a denúncia da Procuradoria Geral da República. Celso de Mello entendeu que não foram apresentados elementos mínimos contra o parlamentar. Com isso, o ministro concedeu o chamado “habeas corpus de ofício” para arquivar o caso.
José Mentor faleceu aos 71 anos, em 25 de julho de 2020 em São Paulo, vítima de Covid-19. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital 9 de Julho desde o dia 12 de julho. Há dois meses ele tinha sofrido um infarte e estava se recuperando quando contraiu a doença.

(Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2020/07 – POLÍTICA / NOTÍCIA / Por ESTADÃO CONTEÚDO – 25/07/2020)

(Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/07/25 – SÃO PAULO / NOTÍCIA / Por G1 SP — São Paulo – 25/07/2020)

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