Silva Batuta, ídolo do Flamengo esteve presente na Copa de 1966, brilhou também por Corinthians, Vasco e Racing-ARG

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Silva Batuta despontou no Corinthians, mas sua grande paixão foi o Flamengo

 

Ídolo do Flamengo, antigo atacante Silva “Batuta” esteve presente na Copa de 1966, brilhou também por Corinthians, Vasco e Racing-ARG, além de passagens por São Paulo, Santos, Botafogo e Barcelona-ESP

 

 

Walter Machado da Silva (Ribeirão Preto, 2 de janeiro de 1940 – Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2020), ex-atacante campeão estadual em São Paulo e Rio de Janeiro, antigo “ponta de lança” Silva “Batuta”. Ídolo do Flamengo, com excelentes passagens principalmente por Corinthians, Vasco e Racing-ARG.

 

Batuta foi uma espécie de pioneiro no futebol brasileiro. Passou por vários dos grandes clubes do país em um tempo em que a regra era a fidelidade a um time só. Surgiu no São Paulo, mas se destacou mesmo no Corinthians, pelo qual fez 95 gols na primeira metade da década de 1960.

 

Ídolo de Flamengo e Racing, da Argentina, e com passagens por Corinthians, Vasco, São Paulo e Barcelona, da Espanha, o ex-atacante se destacou com a camisa do Flamengo em suas duas passagens pelo clube, entre 1965 e 1966, e depois entre 1968 e 1969. Ao todo, ele marcou 70 gols pelo clube da Gávea em 132 partidas, além de ter levantado o caneco do Cariocão de 1965.

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O grande atacante teve duas ótimas passagens pela Gávea (1965 a 1966, e 1968 a 1969), quando assinalou 70 gols em 132 partidas disputadas e conquistou o Carioca de 1965.

 

Avante técnico, oportunista e inteligente, Walter Machado da Silva era paulista de Ribeirão Preto, nascido em 2 de janeiro de 1940. Iniciou sua trajetória no São Paulo na segunda metade dos anos 1950. Após passagens por Batatais e Botafogo-SP, chegou ao Corinthians em 1961 para se tornar uma referência no ataque e um dos principais nomes do futebol do estado. Depois de quatro anos de muitos gols pelo Timão, foi contratado pelo Flamengo, clube que tornaria sua paixão. Como jogador rubro-negro, foi convocado para a Copa de 1966, formando o ataque com Pelé e Jairzinho na derrota por 3 a 1 para Portugal. Ao todo, fez 6 jogos e anotou 2 gols pela Seleção.

Após o Mundial da Inglaterra, Silva partiu para sua primeira aventura internacional. Por curto período, vestiu a camisa do Barcelona (foram apenas partidas amistosas, 15 no total, e 8 gols) e retornou no ano seguinte para defender o Santos e ser campeão paulista da temporada. Em 1968 voltou à Gávea e de lá partiu para a Argentina. Até hoje ainda é o único brasileiro goleador máximo no país platino, liderando o Metropolitano de 1969 com 14 gols (em 23 jogos) pelo Racing.

O Batuta retornou ao Rio de Janeiro a fim de ajudar o Vasco a conquistar o Carioca de 1970, quando o Gigante da Colina encerrou um jejum de 12 anos. Emprestado ao Botafogo, chegou ao triangular final do Brasileiro no ano seguinte (vencido pelo Atlético-MG). Já veterano, jogou também pelo amazonense Rio Negro, Júnior Barranquilla-COL e Tiquire Flores-VEN, encerrando a carreira em 1975 aos 35 anos. Crias da base, dois de seus filhos, Waltinho e Wallace, foram jogadores do Flamengo nos anos 1980.

Silva “Batuta” faleceu em 29 de setembro de 2020, aos 80 anos, no Hospital Pró-Cardíaco em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.

(Fonte: https://globoesporte.globo.com/futebol/noticia – FUTEBOL / Por Redação do ge — Rio de Janeiro – 30/09/2020)

(Fonte: Zero Hora – ANO 57 – N° 19.831 – 2 OUTUBRO 2020 – MEMÓRIA / TRIBUTO – Pág: 29)

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