Young Wan Sohn, ex-técnico da seleção brasileira de vôlei

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Ex-técnico da seleção, coreano Young Wan Sohn deixou a equipe masculina pouco antes das Olimpíadas de 88

 

Young Wan Sohn (Suriname, 4 de março de 1934 – Seul, 2 de outubro de 2011), ex-técnico sul-coreano da Seleção Brasileira de vôlei.

O ex-treinador também se destacou comandando a seleção argentina e o Minas Tênis. Pela Seleção Brasileira, Sohn foi afastado pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) pouco antes das Olimpíadas de Seul, em 1988, após forte pressão dos jogadores.

Na época, os jogadores liderados por Bernard, Renan, Xandó e Amauri exigiram a saída do treinador. Então comandada por Carlos Arthur Nuzman, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) resistiu, mas Sohn acabou se demitindo após uma excursão aos Estados Unidos.

Com a saída do coreano, Bebeto de Freitas assumiu a equipe e trouxe de volta os jogadores que foram medalhistas de prata em Los Angeles-1984.

Se teve problemas de relacionamento na seleção, em Minas o coreano fez sucesso. Ele foi tricampeão brasileiro pelo extinto Fiat/Minas em 1984-85-86.

Pela Argentina, o sul-coreano conseguiu a medalha de bronze no Mundial de 1982.

Ele teve méritos na seleção como convocar alguns novatos. O levantador Maurício, por exemplo, foi convocado pela primeira vez para a seleção por ele.

Young Wan Sohn morreu em Seul, em 2 de outubro de 2011, aos 76 anos. O ex-treinador vinha lutando contra um câncer de pulmão.

 

* Reportagem no jornal Clarín da Argentina, homenageando seu técnico.

O voleibol argentino dispensa seu revolucionário, o homem que mudou a maneira de ver, treinar e jogar esse esporte em nosso país. Quase 80 anos, o coreano Young Wan Sohn, técnico da seleção que conquistou a medalha de bronze da Argentina na Copa do Mundo de 1982, morreu.

Sohn chegou ao país em meados dos anos 70 em uma bolsa de esportes promovida pela Secretaria de Esportes e rapidamente mudou a cara do vôlei na Argentina. Com ele no comando da seleção, ele passou de 23º para 3º lugar em um campeonato mundial, com jogadores que estiveram na história do esporte como Castellani, Conte, Kantor, Getzelevich, Quiroga, entre muitos outros.

Especialistas no campo dizem que, apesar de um câncer de pulmão levou, sua mão é vista no argentino selecionado desde que 82 e está muito presente hoje. Quando a atual equipe de Javier Weber, outro de seus discípulos, faz uma combinação rápida, o aplauso também deve ser, em boa parte, pelo trabalho que Sohn deixou.

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(Fonte: http://wp.clicrbs.com.br – TRIBUTO / MEMÓRIA – 6 de outubro de 2011)

(Fonte: https://oglobo.globo.com/esportes – ESPORTES / por O Globo – 05/10/2011)

* (Fonte: https://www.clarin.com/deportes – 03/10/2011)

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