Payton Jordan, ex-técnico de atletismo, foi responsável por uma das principais equipes de atletismo dos EUA, a que disputou a Olimpíada de 68, na Cidade do México, conquistando 24 medalhas, sendo 12 de ouro

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Ex-técnico de atletismo dos EUA

 

Payton Jordan (Whittier, Califórnia, 19 de março de 1917 – Laguna Hills, Califórnia, 5 de fevereiro de 2009), ex-técnico de atletismo norte-americano

 

Ele foi responsável por uma das principais equipes de atletismo dos Estados Unidos, a que disputou a Olimpíada de 1968, na Cidade do México, conquistando 24 medalhas, sendo 12 de ouro.

 

Naqueles Jogos, Jordan teve um trabalho extra: evitar o boicote de vários atletas negros, que ameaçavam não disputar a Olimpíada por causa do racismo no país. No México, brilharam astros como Bob Beamon, que anotou o recorde mundial do salto em distância, com 8,90 metros, que durou 23 anos, e Lee Evans, vencedor dos 400 metros rasos com 43s86, recorde mundial por 20 anos.

 

“Nós sentamos e conversamos sobre o quanto tínhamos trabalhado para chegar a aquele momento único na vida”, contou o ex-treinador em 1989, em entrevista ao jornal Los Angeles Times. Jordan só não conseguiu impedir a manifestação de Tommie Smith e John Carlos, respectivamente ouro e bronze nos 200 metros rasos. Os dois subiram ao pódio de meias, ergueram o punho e baixaram a cabeça enquanto tocava o hino americano, manifestação ligada ao grupo Panteras Negras. Os dois acabaram banidos dos Jogos e tiveram suas medalhas cassadas.

 

Atleta por vocação, Payton Jordan quebrou recordes mundiais de atletismo na juventude, em corridas medidas em jardas, e jogou futebol americano antes de virar técnico. Depois de se aposentar voltou a correr, em provas para veteranos. Ele é até hoje o recordista mundial dos 100 metros rasos, tanto na categoria de 70 a 74 anos (12s72, tempo feito em 1987) quando na de 80 a 84 anos – tempo de 14s35, anotado em 1997, quando já tinha 80 anos.

Payton Jordan faleceu em Laguna Hills, Califórnia, em 5 de fevereiro de 2009, aos 91 anos, vítima de câncer.

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(Fonte: http://www.espn.com.br/noticia – NOTÍCIA / por ESPN.com.br com AE / Publicado em 06/02/2009)

 

 

 

Gary Payton disse que dificultou a vida a Michael Jordan e a reação de MJ já é histórica

Antigo base dos Sonics conta que praticamente travou ‘His Airness’ nas finais de 96 mas o ex-craque dos Bulls discorda

 

Num dos mais recentes episódios de ‘The Last Dance’, Gary Payton, antigo base dos Seattle Supersonics – agora Oklahoma City Thunder -, destacou as dificuldades que colocou a Michael Jordan nas finais de 1996 da NBA. Mais concretamente a partir do jogo quatro, quando os Chicago Bulls já venciam por 3-0. O treinador George Karl alterou a defesa e colocou Payton a defender MJ. O esforço, porém, foi inglório e, apesar de as médias do melhor da história terem descido, os ‘touros’ fecharam a série em 4-2 rumo a mais um título de campeão.

 

Agora, a discussão sobre o impacto da defesa de Payton sobre Jordan voltou à baila com as declarações do antigo base. “Muita gente recuava perante o Mike. Eu não. Disse que o desgastaria. E fui atrás dele uma e outra vez, isso cansou-o”, atirou.

 

A gravação das declarações de Payton foi depois mostrada a Michael Jordan, que desatou a rir às gargalhadas, naquela que é já uma das imagens mais icónicas do documentário. “A Luva [alcunha por que era conhecido Payton]… Nunca tive problemas com ele. Nunca… Tinha outras coisas na cabeça”, ripostou ‘His Airness’.

(Fonte: https://www.record.pt/modalidades/basquetebol/nba/detalhe – BASQUETEBOL / NBA – 12 maio 2020)

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