Arthur Kornberg, bioquímico americano que descobriu os mecanismos da síntese biológica DNA e do RNA

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Arthur Kornberg

Arthur Kornberg

O pesquisador descobriu os mecanismos da síntese biológica DNA e do RNA

Arthur Kornberg (Brooklyn (Nova York), 3 de março de 1918 – Stanford (Califórnia), 26 de outubro de 2007), bioquímico americano que descobriu como o DNA se forma, dividiu o Prêmio Nobel de Medicina em 1959 com o espanhol Severo Ochoa (1905-1993) por seu descobrimento da síntese do DNA.

Kornberg foi a primeira pessoa a conseguir sintetizar trechos de moléculas de DNA em laboratório. Seu filho Roger Kornberg foi Nobel de Química em 2006.

Kornberg, que era um ativo professor emérito de bioquímica na instituição da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford (Califórnia), e Severo Ochoa receberam o Nobel de Medicina em outubro de 1959 por seus descobrimentos dos mecanismos da síntese biológica do ácido desoxirribonucleico (DNA) e o ácido ribonucleico (RNA).

Em 2006, seu filho Roger, que tinha 12 anos quando acompanhou seu pai à cerimônia do Nobel, também foi agraciado com o prêmio, em Química, em um caso inédito na história desta prestigiosa premiação.

Arthur Kornberg, que nasceu no Brooklyn (Nova York), no dia 3 de março de 1918, formou-se nessa cidade e em 1941 obteve o título de doutor em Medicina na Universidade de Rochester.

Durante uma década, de 1942 a 1951, trabalhou no Instituto Nacional de Saúde, em Bathesda (Maryland).

Em 1946 trabalhou por oito meses no laboratório de Ochoa, na Universidade de Nova York, onde estudou a biossíntese da fixação de anidrido carbônico nos ácidos dicarboxílicos.

Em 1952 tornou-se professor e chefe do departamento de Microbiologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Washington em Saint Louis (Missouri), e em 1959 foi pra Stanford, como professor e chefe do departamento de Bioquímica, onde continuou seu trabalho de pesquisa até sua morte.

Arthur Kornberg morreu em 26 de outubro de 2007, aos 89 anos, por problemas respiratórios no hospital da universidade, a Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford (Califórnia).

“Ele foi um dos mais distintos e notáveis cientistas da medicina americana”, assegurou Philip Pizzo, decano da faculdade de Medicina de Stanford, para quem “suas impressionantes contribuições continuaram praticamente até sua morte e seu legado permanecerá durante muitas, muitas gerações”.

(Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional – NOTÍCIAS – INTERNACIONAL – EFE – 27 de outubro de 2007)

(Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia – NOTÍCIAS – CIÊNCIA – 27 de outubro de 2007)

EFE – Agência EFE – Todos os direitos reservados. 

(Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia – FOLHA DE S.PAULO – CIÊNCIA – MEDICINA – São Paulo, 29 de outubro de 2007)

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