“O riso é a mais útil forma da crítica, porque é a mais acessível à multidão. O riso dirige-se não ao letrado e ao filósofo, mas à massa, ao imenso público anônimo. É por isso que hoje é tão útil como irreverente rir das ideias do passado: a multidão não se ocupa de ideias, ocupa-se das fórmulas visíveis, convencionais das ideias.” Eça de Queiroz (1845-1900), jornalista, escritor português, autor de “Os Maias”, “O Crime do Padre Amaro” e de outras obras.

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“O riso é a mais útil forma da crítica, porque é a mais acessível à multidão. O riso dirige-se não ao letrado e ao filósofo, mas à massa, ao imenso público anônimo. É por isso que hoje é tão útil como irreverente rir das ideias do passado: a multidão não se ocupa de ideias, ocupa-se das fórmulas visíveis, convencionais das ideias.”

Eça de Queiroz (1845-1900), jornalista, escritor português, autor de “Os Maias”, “O Crime do Padre Amaro” e de outras obras.

(Fonte: Revista Caras, 15 de janeiro de 2016 – ANO 23 – Nº 03 – EDIÇÃO 1 158 – CITAÇÕES – Pág: 26)

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