Nicolás Leoz, ex-presidente da Conmebol entre 1986 e 2013, foi acusado de diversos crimes de corrupção no Caso Fifa

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Dirigente paraguaio Nicolás Leoz, ex-presidente da Conmebol estava envolvido em diversos escândalos de corrupção

 

 

Nicolás Leoz, ex-presidente da Conmebol. (Foto: Getty Images)

 

 

 

Nicolás Leoz Almirón (Assunção (Paraguai), 10 de setembro de 1928 – Assunção (Paraguai), 28 de agosto de 2019), dirigente paraguaio, ex-presidente da Conmebol.

 

 

Sendo uma das figuras mais longevas dentro do cenário sul-americano de cartolas, Nicolás Leoz começou sua trajetória no clube o qual também era torcedor, o Libertad, não à toa tem como homenagem no estádio da equipe paraguaia justamente o seu nome.

Após esse período, Leoz fez trajetória semelhante a do atual presidente Alejandro Domínguez, sendo primeiramente mandatário da Associação Paraguaia de Futebol (APF) antes de alçar voo para o cargo máximo dentro do futebol sul-americano.

 

 

 

O dirigente paraguaio marcado por um gestão repleta de corrupção foi presidente da Liga Paraguaia de Futebol de 1971 a 1973 e de 1979 a 1985. Em 1986, assumiu a presidência da Conmebol.

 

 

Acabou reeleito cinco vezes no cargo. Em 2012, o dirigente anunciou que seu posto era vitalício por um acordo estabelecido em 1997. Porém, se afastou por motivos de saúde e deixou a entidade em 2013.

 

 

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Presidente da Conmebol entre 1986 e 2013, Leoz foi acusado de diversos crimes de corrupção no Caso Fifa, deflagrado em maio de 2015 e que resultou na prisão de alguns dos mais importantes dirigentes de futebol da Conmebol e da Concacaf.

Leoz passou os últimos anos em prisão domiciliar no Paraguai, com problemas de saúde. Desde 2015, os Estados Unidos pediam sua extradição a autoridades paraguaias, mas o ex-presidente da Conmebol conseguiu permanecer no país graças a recursos judiciais.

 

Por influência de Leoz, a sede da Conmebol, em Luque, zona metropolitana de Assunção, virou território diplomático, onde a polícia e o Ministério Público paraguaios não tinham acesso. Essa situação só mudou em 2016, devido ao Caso Fifa.

 

Nicolás Leoz dá nome ao estádio do Libertad, clube do qual foi presidente entre 1968 e 1971. Depois, o dirigente foi presidente da antiga Liga Paraguaia de Futebol (atual Associação Paraguaia de Futebol), de 1971 a 1986, quando assumiu o comando da Conmebol.

 

Leoz também foi um dirigente influente na Fifa. Em 1998, ele se tornou membro executivo da entidade, mas deixou a Fifa após acusações de corrupção a partir de 2010. Ele foi acusado de ter vendido seu voto para a escolha do Qatar como sede da Copa do Mundo de 2022.

 

 

O ex-presidente da Conmebol cumpria pena domiciliar após ser um dos alvos do escândalo que ficou conhecido como Fifa Gate, que levou dirigentes a serem presos, entre eles José Maria Marin, ex-presidente da CBF, após operação do FBI.

 

 

A gestão de Nicolas Leoz à frente da Conmebol foi marcada por escândalos, falta de transparência e desvios que superaram a casa dos 100 milhões de dólares – mais de R$ 400 milhões em valores atuais.

 

Nicolás Leoz faleceu em 28 de agosto de 2019, em Assunção (Paraguai), após sofrer um infarto. Leoz tinha 90 anos e estava internado no Sanatorio Migone, hospital de sua propriedade, na capital paraguaia.

Ainda de acordo com o ABC Color, o estado de saúde de Leoz estava piorando devido a um linfoma cancerígeno detectado recentemente. Debilitado, o ex-dirigente não resistiu a um infarto.

(Fonte: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2019/08/29 – FUTEBOL / ÚLTIMAS NOTÍCIAS / Por Pedro Ivo Almeida Do UOL, em São Paulo (SP) – 29/08/2019)

(Fonte: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia – FUTEBOL / FUTEBOL INTERNACIONAL / NOTÍCIA / Por GloboEsporte.com — Assunção – 28/08/2019)

(Fonte: https://esporte.ig.com.br/futebol/internacional/2019-08-29 – FUTEBOL / INTERNACIONAL /  Por Lance | Futebol Latino | 29/08/2019)

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