Foi o primeiro artista norte-americano vivo a ter uma exposição na Real Academia de Artes de Londres

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Sua inspiração eram os lugares onde morou: Pensilvânia e Maine.

Andrew Wyeth (Pensilvânia, 12 de julho de 1917 – Chadds Ford, na Pensilvânia, 16 de janeiro de 2009), pintor realista norte-americano, um dos pintores mais conhecidos dos EUA, famoso por retratar as paisagens da Pensilvânia e do Maine

Andrew Wyeth

Andrew Wyeth

Wyeth, filho e pai de artistas e considerado um dos grandes pintores americanos do século XX, nascido Andrew Newell Wyeth, em 12 de julho de 1917 na Pensilvânia, é conhecido pela atmosfera melancólica de suas paisagens e pela precisão fotográfica de suas pinturas, geralmente em tons acizentados e sépias.

Seu quadro mais famoso é “O Mundo de Christina” (1948) no qual se vê uma mulher vestida de rosa, aparentemente deficiente física, tentando subir uma colina na direção de uma casa vitoriana, paisagem essa, cheia de melancolia, pintada, como muitas das suas telas, com têmpera de ovo, uma técnica que segundo ele o obrigava a desacelerar sua pintura.

Wyeth foi o primeiro artista norte-americano desde John Singer Sargent (1856-1925) a ser admitido na Academia Francesa de Belas-Artes, e o primeiro artista norte-americano vivo a ter uma exposição na Real Academia de Artes de Londres, segundo a nota do museu.

 Andrew Wyeth, e Helga Testorf

Andrew Wyeth, e Helga Testorf

Wyeth é considerado um dos melhores pintores realistas dos Estados Unidos e foi um dos primeiros artistas contemporâneos a ter uma obra pendurada na Casa Branca, em 1970.

Rejeitado pela crítica, Wyeth foi um dos mais populares pintores americanos, conhecido por seus retratos da vida rural do país, que ele pintava com nostalgia em pleno auge do expressionismo abstrato de Jackson Pollock e, mais tarde, Robert Rauschenberg.

Assim como Edward Hopper (1882-1967), que fez de sua obra um retrato marcante da solidão das grandes metrópoles americanas, Wyeth nunca abandonou o figurativismo, mas foi tido como um artista menor por se ater a temas bucólicos em tempos de debate em torno do que seria a arte moderna nos EUA.

Com domínio impressionante da técnica, Wyeth deixou como legado uma série de vistas do interior puritano, fazendas desertas, campos secos e camponeses.

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Em 2006, uma exposição da sua obra no Museu de Arte de Filadélfia atraiu 177 mil visitantes, maior público para um artista vivo nesse museu.

Seus quadros estão exibidos principalmente no Museu de Arte Moderna de Nova York (MOMA), no Museu de Arte Metropolitano de Nova York (Met), no Museu Brandywine River (Chadds Ford, Pensilvânia) e no Museu de Arte de Portland (Maine).

Wyeth recebeu o Prêmio Einstein em 1967 e foi eleito para a Academia de Belas Artes de Paris em 1976. Recebeu em 1988 a medalha de ouro do Congresso, que é maior distinção da assembléia americana.

O presidente George W. Bush concedeu a ele a Medalha Nacional das Artes em 2007.

Andrew Wyeth morreu em 16 de janeiro de 2009, aos 91 anos, em sua casa em Chadds Ford, na Pensilvânia (EUA).

(Fonte: http://veja.abril.com.br/agencias/afp/afp-cultura/detail/2009-01-16-239548 – CULTURA – WASHINGTON (AFP) – SÃO PAULO – 16 de janeiro de 2009)

(Fonte: http://br.reuters.com/article/idBRSPE50F0KT20090116 – ARTIGO/ Por Jon Hurdle – 16 de janeiro de 2009)

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(Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1901200913 – ARTES PLÁSTICAS – DA REPORTAGEM LOCAL – FOLHA DE S.PAULO – ILUSTRADA – 19 de janeiro de 2009)

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