A PRIMEIRA MULHER PRESIDENTE DO STJ

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LAURITA VAZ: A PRIMEIRA MULHER PRESIDENTE DO STJ

 

 

Primeira mulher oriunda do Ministério Público a ingressar no Superior Tribunal de Justiça, a ministra Laurita Vaz também será a primeira a ocupar a presidência da Corte.

 

Eleita pela Pleno do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 1o de junho, a ministra Laurita Vaz será a primeira mulher a assumir a presidência da Corte. Ela tomou posse do cargo para o biênio 2016-2018 na primeira semana de setembro, ao lado do vice-presidente do STJ, o ministro Humberto Martins.

 

 

Ao ser eleita por seus pares, a ministra afirmou que pretende “encarar mais esse desafio”, e realizar “uma gestão aberta ao diálogo”, com um compromisso de trabalho que tem foco no fortalecimento do tribunal.

 

 

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Formada em Direito pela Universidade Católica de Goiás, e especialista em Direito Penal e Direito Agrário pela Universidade Federal de Goiás, a ministra Laurita Vaz é natural da cidade goiana de Anicuns. A nova presidente do STJ iniciou a carreira como promotora de justiça em Goiás. Foi nomeada para o cargo de subprocuradora da República com atuação no Supremo Tribunal Federal (STF). Promovida ao cargo de procuradora da República, oficiou no extinto Tribunal Federal de Recursos (TFR). Atuou ainda na Justiça Federal e na Justiça do Trabalho de 1a instância.

 

 

Em 2001, Laurita Vaz foi a primeira mulher oriunda do Ministério Público a integrar o STJ. Desde então, foi ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e corregedora-geral da Justiça Eleitoral. Desde 2014, ocupava a vice-presidência do STJ.

 

 

Laurita Vaz assumiu a cadeira de Maria Thereza de Assis Moura em agosto de 2018, na Sexta Turma e herdou os processos da ministra, nova vice-presidente do tribunal.

 

Laurita Vaz

 

Laurita Vaz está há 17 anos no STJ e é um dos magistrados mais antigos da Corte.

É oriunda do Ministério Público Federal e, talvez por isso, tenha reputação de “pesar a mão nas decisões”. A ministra tem especialização em Direito Penal, é legalista e seguidora da jurisprudência.

Enquanto atuou na Quinta Turma, antes de chegar à presidência da Corte, em 2015, a ministra raramente concedia liminares que esbarravam na súmula 691 do STF (quando o julgamento do habeas corpus ainda está pendente na instância anterior).

Advogados dizem que Laurita os atende em audiência de maneira muito direta e prática. A discrição é também uma de suas características. Eles apostam que isso deve evitar vazamentos de informações sensíveis.

 

(Fonte: https://www.editorajc.com.br – Edição 193 – ARTIGOS / Da Redação, por Ada Caperuto – 22 SET 2016)

(Fonte: https://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao/post/2018/06/13 – POLÍTICA / Por Matheus Leitão – 13/06/2018)

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