Última flor do Lácio, inculta e bela,/ És, a um tempo, esplendor e…

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“Última flor do Lácio, inculta e bela,/ És, a um tempo, esplendor e sepultura:/ Ouro nativo, que na ganga impura/ A bruta mina entre os cascalhos vela.”

Olavo Bilac (1865-1918), poeta carioca, sobre a língua portuguesa.

(Fonte: http://www.caras.uol.com.br – 19 de maio de 2011 – EDIÇÃO 915 – Citações – ANO 18)

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