Marie Curie, famosa por sua pesquisa pioneira sobre a radioatividade

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Marie Curie (1867 – 1934)
Química e Física polonesa. Considerada a “mãe da Física Moderna”. Curie é famosa por sua pesquisa pioneira sobre a radioatividade, pela descoberta e isolamento dos elementos químicos polônio e rádio. Foi a primeira mulher a ganhar um Nobel e a primeira pessoa a ser agraciada duas vezes com o prêmio: a primeira vez em Física, em 1903, e a segunda em Química, em 1911. 
Gertrude Bell Elion (1918 -1999) 
Bioquímica americana que recebeu o Premio Nobel de Fisiologia/Medicina de 1988 por suas descobertas dos princípios fundamentais para o tratamento com drogas. A americana criou medicações para suavizar sintomas de doenças como Aids, leucemia e herpes, usando métodos inovadores de pesquisa – seus remédios matavam ou inibiam a produção de patógenos, sem causar danos às células contaminadas.
Rita Levi-Montalcini (1909 – 2012)
Médica neurologista italiana que recebeu o Premio Nobel de Fisiologia/Medicina em 1986 pelos seus estudos de uma proteína como um dos fatores para o crescimento, manutenção e sobrevivência dos neurônios. Seu trabalho foi pioneiro no estudo doNGF (nerve growth factor), fatores de crescimento do sistema nervoso.
Rosalind Franklin (1920 – 1958)
Biofísica britânica que foi pioneira em pesquisas de biologia molecular. Ficou conhecida por seu trabalho sobre a difração dos Raios-X; descobriu o formato helicoidal do DNA. Não recebeu os devidos méritos por sua pesquisa, uma vez que morreu cedo devido a um câncer de ovário.
Maria Mayer (1906 – 1972)
Física teórica nascida na Alemanha e radicada nos Estados Unidos que ganhou o Prêmio Nobel de Física por suas pesquisas sobre a estrutura do átomo. Ela propôs o modelo de camadas nucleares do núcleo atômico.
Rachel Carson (1907 – 1964)
Bióloga americana que revolucionou o movimento conservacionista em todo o mundo e publicou estudos importantíssimos sobre o uso de pesticidas. Escreveu Silent Spring (Alvorecer Silencioso), livro pelo qual se tornou expoente no movimento conservacionista, publicada em 1962 no meio de uma enorme polemica, em que explana preocupações ecológicas: denuncia e condena a existência de rios da morte, ou seja, leitos de água poluídos que destroem a natureza à sua volta, acusando a indústria química de ser a responsável pela contaminação de recursos de água dos Estados Unidos da América.
Mária Telkes (1900 – 1995)
Biofísica húngara que realizou pesquisas sobre energia solar. Ela inventou o gerador e o refrigerador termoelétricos. Telkes foi reconhecida como uma das pioneiras mais importantes do mundo na área de energia solar, quando foi homenageado com o Charles Greeley Abbot Prêmio concedido pela Seção Americana da Sociedade Internacional de Energia Solar.
Barbara McClintock (1902 – 1992)
Cientista e citogeneticista americana que recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia/ Medicina de 1983 pela descoberta da transposição genética e sobre os elementos genéticos móveis. É considerada uma das três mais importantes figuras da história da genética.
Cecilia Payne-Gaposchkin (1900 – 1979)
Astrônoma inglesa que descobriu que as estrelas são compostas primariamente de Hidrogênio e Hélio. Ela estabeleceu uma classificação para os astros de acordo com suas temperaturas. Seu trabalho foi de fundamental importância no estudo de atmosferas estelares e as técnicas de pesquisa, que foram aperfeiçoados por ela, para analisar a luz das estrelas fotograficamente foram amplamente utilizados e ajudaram a fornecer os astrônomos com uma melhor compreensão da composição das estrelas.
Elizabeth Blackwell (1821 – 1910)
 
Médica americana que se tornou conhecida por ser a primeira mulher a praticar medicina nos Estados Unidos. Fundou a Universidade Médica da Mulher.
 
Ida Noddack (1896 – 1978)
 
Química alemã que teve importante papel na descoberta do elemento Rênio. Foi a primeira cientista a propor a ideia de fissão nuclear.
 
Emmy Noether (1882 – 1935)
 
Física e matemática alemã que realizou importantes pesquisas sobre a Teoria dos Anéis e Álgebra Abstrata. Elaborou o Teorema de Noether, que explica as relações entre simetria e as leis de conservação da física teórica.
 
Christiane Nusslein-Volhard (1942 – presente)
 
Bióloga alemã que recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia/ Medicina de 1995 por suas pesquisas sobre genética embrionária de desenvolvimento.
 
Hildegard de Bingen (1098-1179)
 
Durante a idade média, mulheres se instruíram em conventos e foi como abadessa que Hildegard de Bingen (ou santa Hildegard, para a igreja anglicana) escreveu livros sobre botânica e medicina. Suas habilidades de médica eram conhecidas e frequentemente confundidas com milagres. Seus feitos se tornaram tão famosos que um asteroide foi batizado em sua homenagem: o 898 Hildegard.
 
Maria Gaetana Agnesi (1718-1799)
 
A matemática espanhola descobriu uma solução para equações que, até hoje, é usada. É ela a autora do primeiro livro de álgebra escrito por uma mulher. Também foi a primeira a ser convidada para ser professora de matemática em uma universidade.
 
Ada Lovelace (1815 -1852)
 
Ada é creditada como a primeira programadora do mundo por sua pesquisa em motores analíticos – a ferramenta que baseou a invenção dos primeiros computadores. Suas observações sobre os motores são os primeiros algoritmos conhecidos.
 
Florence Sabin (1871-1953)
 
Florence é conhecida como “a primeira-dama da ciência americana” – ela estudou os sistemas linfático e imunológico do corpo humano. Tornou-se a primeira mulher a ganhar uma cadeira na Academia Nacional de Ciência dos EUA e, além disso, militava pelo direito de igualdade das mulheres.
 
Virginia Apgar (1909 -1974)
 
É ela a criadora da Escala de Apgar, exame que avalia recém-nascidos em seus primeiros momentos de vida, e que, desde então, diminuiu as taxas de mortalidade infantil. Especialista em anestesia, ela também descobriu que algumas substâncias usadas como anestésico durante o parto acabavam prejudicando o bebê.
 
Nise Silveira (1905- 1999)
 
Psiquiatra renomada, a brasileira foi aluna de Carl Jung. Lutou contra métodos de tratamento comuns na sua época, como terapias agressivas de choque, confinamento e lobotomia. Durante a Intentona Comunista, em 1936, foi presa por possuir livros marxistas e acabou conhecendo o escritor Graciliano Ramos, que a transformou em uma personagem de seu livro “Memórias do Cárcere”.
 
Johanna Dobereiner (1924-2000)
 
Johanna Döbereiner nasceu em 28 de novembro de 1924 na Tchecoslováquia, A agrônoma realizou pesquisas fundamentais para que o Brasil se tornasse um grande produtor de soja, além de ter desenvolvido o Proalcool. Estima-se que suas pesquisas fazem com que o nosso país economizem 1,5 bilhões de dólares todos os anos, que seriam gastos em fertilizantes. Seu estudo sobre fixação de oxigênio permitiu que mais pessoas tivessem acesso a alimentos baratos e lhe rendeu uma indicação para o Nobel de Química em 1997.
 
A contribuição destas mulheres e de tantas outras fez com que a ciência atingisse o patamar que estamos hoje, acredito a contribuição feminina irá aumentar de forma exponencial, uma vez que elas estão em todas as áreas de conhecimento. Parabéns a todas as mulheres, não apenas hoje, mas SEMPRE.
(Fonte: http://super.abril.com.br/galerias-fotos/15-mulheres-se-tornaram-grandes-cientistas-710168)
(Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI298221-GRANDES MULHERES DA CIENCIA – Pequena Homenagem a Grandes mulheres na ciência/ 8 de março de 2014)
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