Januário de Oliveira, icônico, locutor imortalizou bordões no futebol, faz parte da história das transmissões esportivas no Brasil

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Ex-narrador Januário de Oliveira

 

O ex-narrador imortalizou bordões no futebol, como ‘taí o que você queria’

RN – Januário de Oliveira ex-narrador esportivo — (Foto: Fabiano de Oliveira)

O locutor era ícone das transmissões

 

CRIADOR DE FRASES E BORDÕES

 

Januário de Oliveira (Alegrete (RS), 12 de fevereiro de 1940 – Natal, no Rio Grande do Norte, 31 de maio de 2021), ex-locutor esportivo de rádio e televisão. Narrador gaúcho foi um dos principais nomes da transmissão esportiva e ficou marcado por bordões e apelidos dados a jogadores.

Icônico locutor, Januário de Oliveira faz parte da história das transmissões esportivas no Brasil. Criador de célebres frases e bordões, trabalhou muitos anos em rádios gaúchas até se transferir para a televisão, onde marcou época narrando na Bandeirantes e TVE grandes jogos das equipes do futebol carioca.

Nascido em Alegrete, no Rio Grande do Sul, Januário de Oliveira iniciou sua carreira nas rádios Farroupilha e Cultura de Bagé. Já morando no Rio de Janeiro, passou por Rádio Mauá, Rádio Nacional e Rádio Globo. Na televisão, trabalhou na Band e na TV Educativa. Irreverente,  ele imortalizou bordões, como “tá lá um corpo estendido no chão”, quando um jogador se machucava e “Cruel, muito cruel…”, ao elogiar um goleador.

 

Entre as frases mais conhecidas estão: “Tá lá um corpo estendido no chão”, “Tá aí o que você queria, bola rolando…”, “Cruel, muito cruel”, “Ele sabe que é disso, é disso que o povo gosta”, “Eeee o gol…” Entre os apelidos colocados nos jogadores, muitos são repetidos até hoje, como: “Super Ézio”, “Anjo loiro da Gávea”, sobre o atacante Sávio, e “Ta, Te, Ti, To, Túlo…”.

 

O ex-narrador de futebol, ex-locutor de rádio e TV passou por emissoras como Band e TV Educativa. Ele imortalizou bordões que tomaram conta de estádios e ruas do Rio de Janeiro nos anos 90.

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Januário de Oliveira começou a trabalhar ainda na década de 1950 e ficou no ar até 1998, quando se viu obrigado a parar de narrar devido à cegueira causada pela diabetes. Mantinha em Natal, onde vivia com a família, alguns projetos de locução esportiva. No estado gaúcho, Januário trabalhou nas rádios Farroupilha e Cultura de Begé. No Rio, passou pelas rádios Mauá, Nacional e Globo.

Januário também apelidava jogadores de futebol. Alguns deles, ele reencontrou em 2019 no Maracanã.

 

Bordões imortalizados

  • “cruel, muito cruel

 

  • ” porque é disso que o povo gosta

 

  • “tá lá um corpo estendido no chão”

 

  • taí o que você queria“.

Em 2019, Januário contou que tinha problemas de visão e complicações decorrentes de uma diabetes.

Januário de Oliveira faleceu em 31 de maio de 2021, em Natal, no Rio Grande do Norte, aos 81 anos. Ele estava internado depois de sofrer uma parada cardíaca enquanto tratava um quadro de pneumonia na capital potiguar, onde vivia com a família.

Oliveira sofria com diabetes, o que lhe fez perder parte da visão, mas  mantinha projetos de narração de futebol em Natal. Nas redes sociais, diversos clubes e colegas prestaram homenagens . “Morreu o grande locutor, Januário de Oliveira, aos 81 anos, depois de lutar muito com problemas de saúde. Descanse em paz”, escreveu o também locutor Luiz Penido. “A comunicação brasileira perdeu hoje um mestre!”, lamentou Galvão Bueno.

(Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil – NOTÍCIAS / BRASIL / por Veja / fornecido por Microsoft News – 31/05/2021)

(Fonte: https://www.msn.com/pt-br/esportes/futebol – ESPORTES / FUTEBOL / por PLACAR / fornecido por Microsoft News / Da Redação 31/05/2021)

(Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2021/05/31 – RIO DE JANEIRO / NOTÍCIA / Por G1 Rio – 31/05/2021)
(Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/futebol – ESPORTES / FUTEBOL / por Estadão Conteúdo – 31 mai 2021)
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