“Em tese, somos capazes de nos apaixonar por tantas pessoas quantas sejamos capazes de lembrar, o limite é este, não um ou dois, ou três, ou quatro, ou cinco, ou 17. Todos esses números são arbitrários, tirânicos e opressores.” João Ubaldo Ribeiro, escritor baiano, em seu livro A Casa dos Budas Ditosos.

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“Em tese, somos capazes de nos apaixonar por tantas pessoas quantas sejamos capazes de lembrar, o limite é este, não um ou dois, ou três, ou quatro, ou cinco, ou 17. Todos esses números são arbitrários, tirânicos e opressores.”

João Ubaldo Ribeiro (1941-2014), escritor baiano, em seu livro A Casa dos Budas Ditosos.

 

(Fonte: Revista CARAS – Ano 21 – Nº 40 – Edição 1091 – Citações – 03/10/2014)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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