Herbert S. Gorman, crítico literário, poeta, romancista e biógrafo, pertencia a um círculo literário que incluía escritores como Stephen Vincent e William Rose Benét, Elinor Wylie, Theodore Dreiser, Ford Madox Ford, os irmãos Van Doren, Sinclair Lewis, Floyd Dell e Thomas Wolfe

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IHERBERT GORMAN, ROMANCISTA, CRÍTICO

Crítico do The Times por duas décadas

Escreveu obras sobre James Joyce

 

Herbert S. Gorman (nasceu em Springfield, Massachusetts – faleceu em 28 de outubro de 1954), crítico literário, poeta, romancista e biógrafo.

Gorman foi um dos principais críticos literários do The New York Times durante as décadas de 1920 e 1930.

Ele nasceu em Springfield, Massachusetts. Depois de trabalhar brevemente como sapateiro, bancário e arquivando correspondências para uma madeireira, tornou-se repórter do The Springfield Union.

Mais tarde, trabalhou também no The Sun, The Post, The Times e The Herald Tribune, todos em Nova York, em diversas funções editoriais.

Gorman começou a escrever resenhas de livros para o The Times em 1920 e logo se tornou um dos principais nomes da seção de Resenhas de Livros.

Naquela época, ele resenhava livros de Booth Tarkington (1869 – 1946), Willa Cather (1873 – 1947) e outros autores de renome, e escrevia ensaios críticos sobre Dostoiévski, Anatole France, Kipling e muitos outros.

Naquela época, ele pertencia a um círculo literário que incluía escritores como Stephen Vincent e William Rose Benét (1886 – 1950), Elinor Wylie (1885 – 1928), Theodore Dreiser, Ford Madox Ford, os irmãos Van Doren, Sinclair Lewis, Floyd Dell e Thomas Wolfe.

O grupo se reunia frequentemente em seu apartamento em Greenwich Village. Em 1924, Gorman escreveu a resenha para o The Times sobre “Uma Passagem para a Índia”, de E. M. Forster, que se tornou um dos livros mais comentados da época.

Gorman foi morar na França durante o período entre as duas Guerras Mundiais e tornou-se um dos amigos mais próximos de James Joyce. Isso resultou em dois livros sobre o escritor irlandês. Ele retornou aos Estados Unidos no início da Segunda Guerra Mundial.

O Boston Evening Transcript, o Christian Science Monitor, o The Outlook, o The Saturday Review of Literature, o The Bookman, o The Forum, o The Century e o The North American Review estavam entre as publicações para as quais Gorman contribuiu com artigos literários.

Entre os inúmeros livros que o Sr. Gorman escreveu entre 1920 e 1949, encontram-se “O Vinho de San Lorenzo”, “O Grito de Dolores” e “O Peito da Pomba”. Desde então, ele vinha trabalhando em um romance semi-autobiográfico, “O Filho do Flautista”.

Herbert S. Gorman faleceu em 28 de outubro em sua casa, após uma longa doença. Ele tinha 61 anos.

O Sr. Gorman deixa sua segunda esposa, a Sra. Claire Crawford Gorman, e uma filha, Patricia.

(Créditos autorais reservados: https://www.nytimes.com/1954/10/29/archives – New York Times/ ARQUIVOS/ Arquivos do The New York Times – Exclusivo para o The New York Times – HUGHSONVILLE, NY, 28 de outubro — 29 de outubro de 1954)

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