Camilo Vives, considerado o principal produtor do cinema cubano.

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Camilo Vives (1942 – Havana, 11 de março de 2013), principal produtor do cinema cubano, que trabalhou em filmes antológicos como “Morango e Chocolate”.

Ele produziu mais de 130 obras, como “Lucía” e “Morango e chocolate”.

Camilo Vives, considerado o principal produtor do cinema cubano e que trabalhou em clássicos da ilha como “Lucía” e “Morango e chocolate”.

A carreira de Vives começou no Instituto Cubano da Arte e Indústria Cinematográficos (ICAIC), entidade que impulsionou o cinema nacional após o triunfo da revolução cubana em 1959, e nos anos 70 começou a dirigir seus estúdios de produção. A partir de 2001, tomou conta da Produtora Internacional do ICAIC, de onde impulsionou várias coproduções para projetos cubanos.

Seu trabalho como produtor está ligado a mais de 130 obras e inclui cerca de 40 longas — metragens do melhor do cinema cubano, incluindo filmes de Tomás Gutiérrez Alea, como “A última ceia” (1976), “Morango e chocolate” (1993) e “Guantanamera” (1995).

Vives participou de projetos de outros reconhecidos produtores da ilha como Fernándo Pérez — “La vida é Silbar” (1998) e “Suíte Havana” (2003) — e Humberto Solás, para quem produziu “Lucía” (1968), “Mel para Oshún” (2001) e “Barrio Cuba” (2006).

Seu nome está associado a outros filmes como “Habana blues”, do espanhol Benito Zambrano, “Bilhete ao paraíso”, do cubano Gerardo Chijona, e “Três vezes dois”, que em 2004 foi responsável pela estreia em longa-metragem dos jovens produtores cubanos Pavel Giroud, Lester Hamlet e Esteban Insausti.

Vives exercia a função de presidente da Junta Diretiva da Federação Ibero-Americana de Produtores de Cinema e Audiovisuais (FIPCA).

Vives faleceu em 11 de março de 2013, aos 71 anos, em Havana.

(Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2013/03 – POP & ARTE – CINEMA – Da EFE – 13/03/2013)

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