Seymour Cassel, ator indicado ao Oscar de “Três é Demais”, e conhecido por parcerias com Wes Anderson e John Cassavetes

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Seymour Cassel, ator indicado ao Oscar de “Três é Demais”, e conhecido por parcerias com Wes Anderson e John Cassavetes

 

 

Além de papéis no cinema – incluindo uma indicação ao Oscar – artista ficou conhecido por dar o apelido ‘Slash’ ao guitarrista do Guns N’ Roses

 

 

Joseph Seymour Cassel (Detroit, Michigan, 22 de janeiro de 1935 – 7 de abril de 2019), ator conhecido pelas parcerias com os aclamados diretores John Cassavetes (“Amantes”) e Wes Anderson (“Ilha dos Cachorros”).

 

 

O artista americano Seymour Cassel, conhecido por ter sido fiel colaborador dos cineastas John Cassavetes e Wes Anderson, era conhecido no mundo da música por ter inventado o apelido de Slash para o guitarrista Saul Hudson, da banda Guns N’ Roses.

 

 

Indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por “Faces” (1968), Cassel participou desse e outros filmes do aclamado diretor John Cassavetes como “Shadows” (1959), “A Canção da Esperança” (1961) “Assim Falou o Amor” (1971) e “A Morte de um Bookmaker Chinês” (1976).

Outro diretor que contou de forma frequente com o ator em suas obras foi Wes Anderson, um dos nomes mais prestigiados do cinema contemporâneo. Com Anderson, Cassel participou do elenco dos filmes “Três é Demais” (1998), “Os Excêntricos Tenenbaums” (2001) e “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004).

 

 

Cassel nasceu em Detroit em 22 de janeiro de 1935. Seu início de carreira foi ao lado de Jonh Cassavetes, fazendo sua estréia no cinema em um papel não creditado no primeiro filme do diretor, “Sombras”, em 1958. O ator conseguiu ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Faces”, outro filme de Cassavetes, em 1968. Ele também ganhou um prêmio da National Society of Film Critics pela performance. Outras colaborações com Cassavetes incluíram “Assim Falou o Amor” de 1971, “A Morte de um Bookmaker Chinês” de 1976 e “Amantes” em 1984.

 

 

No final dos anos 1950, Cassel respondeu a um anúncio nos jornais de Los Angeles que procurava por assistentes de produção para o filme “Sombras”. Forjando uma amizade com o diretor John Cassavetes (1929-1989), Cassel ganhou um papel de figurante no filme e uma parceria de longa data.

 

 

Em 1968, ganhou uma indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante por “Faces”, outro dos filmes do diretor. Cassel também atuou em “Assim Falou o Amor” (1971), no papel de um atendente de estacionamento, que Cassavetes escreveu especialmente para ele.

 

 

Canção da Esperança” (1961), “A Morte de Um Bookmaker Chinês” (1976), “Noite de Estreia” (1977) e “Amantes” (1984) foram outros filmes que surgiram desta parceria. Cassavetes morreu em 1989, aos 59 anos.

 

 

A fama fez com que Cassel fosse escalado por outros diretores renomados, como Don Siegel (“Meu Nome é Coogan”, de 1968), Elia Kazan (“O Último Magnata”, de 1976), Sam Peckinpah (“Comboio”, de 1978), Warren Beatty (“Dick Tracy”, de 1990) e Adrian Lyne (“Proposta Indecente”, de 1993).

 

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A larguíssima e variada filmografia do ator também inclui outras produções como “Dick Tracy” (1990), “In the Soup” (1992) e “Proposta Indecente” (1993).

 

 

O veterano ator passou por alguns momentos obscuros ao longo da sua vida. Ele teve problemas de dependência com álcool e drogas e, em 1981, foi condenado a seis meses de prisão por posse e tentativa de distribuição de cocaína.

 

 

Além disso, em 2009 foi suspenso durante dois anos pelo Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) por, supostamente, ter abusado sexualmente de três mulheres que trabalhavam nesta organização.

 

 

O ator, que negou esta acusação, foi candidato em duas ocasiões a liderar este sindicato, mas em nenhuma delas foi vencedor.

 

 

Em 1998, ele encontraria outra grande parceria ao se juntar com Wes Anderson em “Três é Demais”. Ele retornaria aos filmes do diretor com “Os Excêntricos Tenembaums” (2001) e “A Vida Marinha de Steve Zissou” (2004).

 

 

Cassel continuou trabalhando até poucos anos antes de sua morte. O último filme que completou foi “Silver Case”, em que contracena com Eric Roberts, em 2015.

 

Cassel também trabalhou no Screen Actors Guild e foi membro do conselho nacional. Ele concorreu, mas sem sucesso para presidente do sindicato em 2007 e 2009.

Seymour Cassel morreu em 7 de abril de 2019, aos 84 anos, por complicações do mal de Alzheimer,

(Fonte: https://cinemacomrapadura.com.br/noticias – NOTÍCIAS / Por Matheus Costa – 8 de abril de 2019)

(Fonte: https://veja.abril.com.br/entretenimento – ENTRETENIMENTO / Por EFE – 9 abr 2019)

(Fonte: GAÚCHAZH – ANO 55 – N° 19.369 – 10 de abril de 2019 – TRIBUTO / MEMÓRIA – Pág: 27)

(Fonte: https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/04/08 – ENTRETENIMENTO / NOTÍCIAS / ENTRETÊ / FILMES E SÉRIES / Por Caio Coletti  Colaboração para o UOL – 08/04/2019)

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