“O mundo é mesmo assim, meu cavaleiro/ De tristonha figura, e há que aceitar/ A lógica prudente dos alcaides/ (Ou fingir aceita-la, pelo menos).” José Paulo Paes (1926-1998), poeta brasileiro, em “Novo Soneto Quixotesco”, do livro “Poesia Completa”.

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“O mundo é mesmo assim, meu cavaleiro/ De tristonha figura, e há que aceitar/ A lógica prudente dos alcaides/ (Ou fingir aceita-la, pelo menos).”

José Paulo Paes (1926-1998), poeta brasileiro, em “Novo Soneto Quixotesco”, do livro “Poesia Completa”.

(Fonte: Revista Caras, 14 de agosto de 2015 – ANO 22 – N° 33 – Edição 1136 – Citações – Pág: 42)

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