Jennifer Jones, foi uma das estrelas da Hollywood clássica, atriz de ‘Suplício de uma Saudade’

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Jennifer Jones, atriz de ‘Suplício de uma Saudade’

 

 

Jennifer Jones

Jennifer e William Holden em Suplício de uma Saudade (1955)

 

 

Foi uma das mais queridas atrizes das décadas de 40 e 50

 

 

Jennifer Jones (Tulsa, Oklahoma, 2 de março de 1919 – Malibu, 17 de dezembro de 2009), atriz americana, nome artístico de Phylis Lee Isley, foi uma das estrelas da Hollywood clássica. Cinco vezes indicadas ao Oscar, Jennifer recebeu o prêmio de melhor atriz por The Song of Bernadette em 1943.

 

 

A atriz americana foi premiada com um Oscar, em 1943, por seu papel no filme da Twentieth Century Fox, The son of Bernardette (A Canção de Bernadette), foi uma das mais queridas atrizes das décadas de 40 e 50, atuou ao lado de Gregory Peck, Humphrey Bogart, Rock Hudson e Laurence Olivier.

 

A bela atriz Jennifer Jones, ganhadora do Oscar em 1943, pelo filme “A Canção de Bernardette”, foi sucesso nos anos 1940 e 1950, sendo indicada cinco vezes ao prêmio pela Academia de Hollywood.

 

A sua carreira incluiu outros filmes como “Suplício de Uma Saudade” (1955), “Duelo ao Sol” (1946), “Um Amor em Cada Vida” (1945) e “Desde Que Partiste” (1944). Foi uma das estrelas da Hollywood clássica, sendo nomeada para cinco Óscares ao longo da carreira, acabando por vencer a estatueta em 1943 pelo desempenho em “A Canção de Bernardete”.

 

Entre os filmes que marcaram época, interpretados por Jennifer Jones estão Suplício de uma Saudade, de 1955, e Suave é a Noite, de 1962

 

Jennifer Jones brilhou também em “Duelo ao Sol” de King Vidor ou em “Madame Bovary” de Vincente Minnelli. Foi casada com o histórico produtor de Hollywood David O. Selznick e abandonou o cinema em 1974, com o filme “A Torre do Inferno”.

 

Além do Oscar recebido por sua atuação em A Canção de Bernadette, Jennifer Jones, em sua vitoriosa carreira, foi ainda indicada a outras estatuetas; como atriz coadjuvante, por seu desempenho em Apenas um Coração Solitário; como atriz principal, pela atuação em Um Amor a Cada Vida, de 1945; e ainda pela atuação em Duelo ao Sol, de 1946, quando a vencedora foi Olivia de Havilland por seu trabalho em Só Resta uma Lágrima; e, finalmente, por sua atuação em Suplício de uma Saudade, de 1955, quando perdeu a estatueta para Anna Magnani por seu desempenho em A Rosa Tatuada.

 

Nascida em Oklahoma, Jennifer Jones ou Phylis Lee Isley – seu nome de batismo – chegou a Hollywood em 1939.

 

Casou-se três vezes, uma delas com David O. Selznick, produtor do célebre E o Vento Levou e com o empresário Norton Simon, cuja coleção de arte converteu-se em base para o Museu Norton Simon de Pasadena.

 

Filmografia de Jennifer Jones:

 

Adeus às Armas, 1957

 

A Canção de Bernadette, 1943

 

Desde que Partiste, 1944

 

Duelo ao Sol, 1946

 

A Fúria do Desejo, 1952

 

O Homem de Terno Cinzento, 1956

 

Perdição por Amor, 1952

 

Quando a Mulher Erra, 1953

 

A Sedutora Madame Bovary, 1949

 

Suave é a Noite, 1962

 

Suplício de uma Saudade, 1955

A bela atriz morreu em 17 de dezembro de 2009.

(Fonte: www.opiniaoenoticia.com.br – Memória)
(Fonte: www.tsf.pt – 18/12/09)

(Fonte: https://www.terra.com.br/diversao/cinema – DIVERSÃO – ENTRETENIMENTO – CINEMA – 17 DEZ 2009)

AFP – Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 

(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/12 – ILUSTRADA / Da France Presse – 17/12/2009)

 

 

 

 

 

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Jennifer Jones, atriz americana, uma das grandes estrelas de Hollywood nos anos 40 e 50. Ainda muito jovem, foi apresentada ao lendário produtor de R o Vento Levou…, David Selznick, e o encantou com seus grandes olhos cor de mel. Casou-se com o figurão, e ele passou a direcionar sua carreira. Indicada a cinco Oscar, ganhou um, pelo filme A Canção de Bernadette (1943).

Jennifer morreu no dia 17 de dezembro de 2009, aos 90 anos, em Malibu.
(Fonte: Veja, 23 de dezembro, 2009 – ANO 42 – N° 51 – Edição 2144 – DATAS – Pág; 62/63)

 

 

 

 

Jennifer Jones (Tulsa, 2 de março de 1919 – Malibu, 17 de dezembro de 2009), atriz de filmes das décadas de 40 a 70 – dentre eles Duelo ao Sol (1946), A Sedutora Madame Bovary (1949), Suplício de Uma Saudade (1955) e Inferno na Torre (1974).
Nascida em 2 de março de 1919, Jones estudou na Academia Americana de Artes Dramáticas.

Em 1939, casou-se com o ator Robert Walker, de quem se divorciou em 1944. No ano do seu casamento, Jones conseguiu um contrato temporário na Republic Pictures e se mudou para o estado da Califórnia – foi nesse ano a sua estreia nas telas, com o longa New Frontier. Ao mesmo tempo, conheceu o magnata David O. Selznick (produtor de E o Vento Levou…), que achou Jones promissora como atriz e assinou com ela um contrato pessoal. Ambos se casaram em 1945, e viveram juntos por 20 anos, até a morte de Selznick.

Jennifer Jones foi premiada com o Oscar de melhor atriz por seu papel em A Canção de Bernadette, história sobre Santa Bernadette Soubirous, uma camponesa de aparência pálida e adoentada que afirmava ter visto 18 visões miraculosas de uma “senhora bonita” (beautiful lady) perto do vilarejo de Lourdes, em 1858. A imagem da senhora é atribuída à Virgem Maria.

Além da estatueta obtida por A Canção de Bernadette, Jennifer Jones foi indicada a vários outros Oscars – um deles como melhor atriz coadjuvante por Apenas um Coração Solitário.
A atriz morreu de causas naturais, aos 90 anos.
(Fonte: www.cinemaemcena.com.br – (B. V) – 18/12/2009)

 

 

 

 

JENNIFER JONES, O RETRATO DE UMA ATRIZ

 

Jennifer Jones em Duelo ao Sol (1946)

 

Se seu casamento com o produtor David Selznick a favoreceu na hora da escolha dos melhores papéis, ela, por sua parte, era uma ótima atriz. Aos 25 anos de idade, Jennifer Jones recebeu seu primeiro Oscar. Conheça um pouco mais de sua história.

 

Phylis Lee Isley nasceu em  2 de março de 1919 em Tulsa, Oklahoma. Filha única do casal Philip e Flora, viajou desde cedo em companhia dos pais que tinham uma barraquinha de shows de talentos. Antes de se tornar a atriz que ficou conhecida como Jennifer Jones, ela cursou no American Academy of Dramatic Arts em Nova York e acabou conhecendo outro aspirante a ator: Robert Walker (1918-1951).

 

Robert Walker e Jennifer Jones, 1944

 

 

Após um breve namoro, Robert e Jennifer se casaram em 1939. Após um breve retorno a Tulsa, o casal seguiu para Hollywood, onde tentavam papéis em filmes. Em 1940 tiveram o primeiro filho, Robert Walker Jr., um ano mais tarde nasceria o segundo filho do casal, Michael Walker (1941-2007).

 

Enquanto Jennifer aparecia em pequenas participações nos filmes e trabalhava como modelo, Robert se apresentava em programas de rádio. Conhecer David O. Selznick, responsável por sucessos como E o Vento Levou (1939) e Rebecca (1940),  fez com que a vida do casal mudasse drasticamente.

 

Robert e Jennifer com os filhos

 

Selznick favoreceu também a carreira de Robert, mas o casamento deste com Jennifer estava completamente acabado. Oficialmente, eles se divorciariam apenas em 1945, mas o romance de Jennifer com David iniciara anos antes, provavelmente por volta de 1943.

 

Robert faria filmes como O Ponteiro da Saudade (1945) e Pacto Sinistro (1951), e logo começou a sofrer com problemas psiquiátricos. Foi internado algumas vezes na famosa clínica Menninger, mas jamais se recuperou completamente de sua depressão, falecendo aos 32 anos após uma combinação acidental de remédios com álcool. Após ver que ele sofrera um colapso nervoso, sua empregada chamou seu psiquiatra que lhe aplicou uma forte dosagem de remédios.

 

David, Jennifer e a pequena Mary

 

 

Jennifer soube que estavam sendo realizados testes para um papel em uma peça teatral, e correu para o escritório do produtor. Impressionou profundamente Selznick, que mandou sua secretária entrar em contato com a atriz que acabou assinando um contrato de 7 anos. Pouco tempo depois ela se transformava na estrela Jennifer Jones.

 

A Canção de Bernadette (1943) foi o primeiro filme de sucesso, foi também aquele que lhe garantiu o único Oscar. A jovem atriz completou 25 anos na noite da entrega do prêmio. Durante as filmagens, ela se tornaria muito próxima ao ator Charles Bikford (1891-1967). A amizade entre os dois seria tão grande que mais tarde, quando soube da morte dele em 1967, Jennifer tentou o suicídio.

 

 

Jennifer Jones recebendo seu único Oscar em 1943

 

 

 

Era o início de uma carreira com grandes sucessos, todos meticulosamente escolhidos por David Selznick, com quem finalmente casou em 1949 a bordo de um iate na Itália. Apesar do que se possa pensar, Jennifer podia ser de fato favorecida pelo casamento ilustre. Ela também ter um emocional desestabilizado, mas também era uma boa atriz de fato e  carregou a imagem de personagens em filmes como:

 

 

Gregory Peck e Jennifer Jones em Duelo ao Sol em 1946

Gregory Peck e Jennifer Jones em Duelo ao Sol (1946)

 

 

Jennifer Jones e Joseph Cotten em O Retrato de Jennie (1948)

 

 

Ela receberia o total de mais quatro indicações ao Oscar, mas não ganharia mais nenhum. E se os filmes eram escolhidos a dedo, seus parceiros de tela também o eram. Ela contracenou ao lado de atores como John GarfieldCharles BoyerGregory PeckHumphrey BogartMontgomery CliftRock Hudson, Laurence Olivier e William Holden, dentre outros.

 

Ela e Selznick teriam uma filha, Mary Jennifer, nascida em 1954. A filha do casal cometeria suicídio mais tarde, em 1976, ao se atirar do prédio. Após a morte do marido em junho de 1965, Jennifer se aposentaria das telas, voltando somente mais uma vez, ao fazer uma participação em Inferno na Torre (1974).

 

Com Norton Simon, seu último marido

 

 

Após enviuvar de Selznick, ela se casaria uma última vez, em 1971, com o industrial e colecionador de obras de artes Norton Simon. O casamento duraria até a morte dele em 1993. O filho de Norton também cometera suicídio. O fato de estar rodeada de tantos problemas mentais fez com que Jennifer se interessasse sobre o assunto, dedicando boa parte do seu tempo a estudos sobre o tema. Ela assumira o cargo de presidente após o marido ter sido diagnosticado com a síndrome de Guillain-Barré. Ele faleceu em 1993, aos 86 anos.

 

Jennifer Jones era extremamente tímida, e passava a imagem de ser distante do público. Concedeu poucas entrevistas em sua vida e passou seus últimos tempos em Malibu, morando com um de seus filhos. Ela raramente concedia entrevistas ou saía em público.

(Fonte: https://cinemaclassico.com/curiosidades- CURIOSIDADES – JENNIFER JONES, O RETRATO DE UMA ATRIZ / Por Carla Marinho – 4 de novembro de 2017)

 

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