Geraldine Fitzgerald, atriz irlandesa, mãe do diretor de teatro e cinema Michael Lindsay-Hogg (Dr. Fischer de Genebra, de 1984).

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Atriz de ‘Morro dos Ventos Uivantes’ 

A atriz Geraldine Fitzgerald, chegando a Nova York em 1950 (Foto: AP)

A atriz Geraldine Fitzgerald, chegando a Nova York em 1950 (Foto: AP)

Geraldine Fitzgerald (Greystones, Irlanda, 24 de novembro de 1913 – Nova York, 17 de julho de 2005), atriz irlandesa, mãe do diretor de teatro e cinema Michael Lindsay-Hogg (Dr. Fischer de Genebra, de 1984).

Fitzgerald, que teve uma longa carreira no teatro e no cinema com filmes como O Morro dos Ventos Uivantesiniciou sua carreira no teatro em 1932 e, mais tarde, apareceu em vários filmes britânicos.

A atriz viajou para Nova York para atuar junto com o ator e diretor Orson Welles no teatro Mercury, mas, logo depois de sua chegada, assinou contratos para trabalhar em Hollywood.

Ela se casou com Edward Lindsay-Hogg, para se divorciar alguns anos depois. Mais tarde se casou com o empresário Stuart Scheftel, que morreu em 1994. A atriz teve dois filhos.

A atriz fez uma longa carreira nos palcos e no cinema. Tinha temperamento forte, ao contrário da doce, romântica e sofredora Isabela Linton que interpretou em O Morro dos Ventos Uivantes (1939) coadjuvando a história estrelada por Lawrence Olivier como Heatcliff e Merle Oberon como Cathy. Sua atuação valeu uma indicação ao Oscar de 1940, num ano que teve a concorrência de peso de …E o Vento Levou (1939), grande vencedor daquele ano.

Nascida em Dublin, , na Irlanda, estreou no teatro britânico em 1932 e passou ao cinema logo depois. Chamou atenção do diretor da companhia teatral Mercury Theatre, Orson Welles, quando este estava na Irlanda. A tia de Geraldine, Shelah Richards, também atriz, apresentou-a para o diretor. As duas trabalharam juntas com Welles, mas Geraldine ficou na companhia.

A atriz estreou na Broadway, em Nova York, em 1938. Não demorou para chamar atenção dos olheiros de Hollywood e fez O Morro dos Ventos Uivantes em 1939. Durante a década de 40, permaneceu sob contrato com o estúdio Warner, mas o contrato não permaneceu nela. A tumultuada relação, com Geraldine recusando papéis, rendeu-lhe uma suspensão.

Mesmo assim, conseguiu dividir-se bem entre palco, onde encenou várias peças de Eugene O’Neill, e tela, contracenando com Bette Davis e Humphrey Bogart, entre outros. No fim da carreira, depois de estrelar teledramas nos anos 70 (Ecos de Verão, de 1976, com Richard Harris e Jodie Foster, ainda criança), foi indicada ao “Oscar” do teatro norte-americano, o Tony, pela direção na peça Mass Appeal, de Bill C. Davies, em 1982.

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Oscar

Em 1939, Fitzgerald foi indicada ao Oscar por sua atuação no filme O Morro dos Ventos Uivantes, junto com Lawrence Olivier e Merle Oberon.

No mesmo ano, ela estrelou o drama Dark Victory, junto dom Bette Davis e Humphrey Bogart.

Fitzgerald teve uma carreira tumultuada nos estúdios Warner Brothers durante a década de 40, recusando papéis em filmes e sendo suspensa pelo estúdio.

Mesmo assim ela conseguiu estrelar vários filmes na década, inclusive o filme Horas de Tormenta, novamente com Bette Davis.

No final de sua carreira, já na década de 70, ela estrelou vários dramas para a televisão, entre eles Ecos de Verão, em 1976, no qual ela estrelou ao lado de Richard Harris e de Jodie Foster, quando a atriz ainda era criança.

Ela também se dedicou ao teatro, encenando várias pessoas de Eugene O’Neill em Nova York. Em 1982 ela foi indicada ao Tony, o Oscar do teatro americano, por dirigir uma peça do autor Bill C. Davies.

Geraldine Fitzgerald morreu em 17 de julho de 2005, aos 91 anos, de mal de Alzheimer e estava em casa, em Nova York, nos Estados Unidos. 

(Fonte: https://www.dgabc.com.br – Noticia/149073 – Cultura & Lazer / Por Alessandro Soares Do Diário do Grande ABC – Com Agências–  20 de julho de 2005)

(Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/cultura/story/2005/07/050719 – CULTURA & ENTRETENIMENTO – 19 de julho, 2005)

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