“Eu me indigno, logo existo.” Gyög Balint (1906-1943), escritor húngaro.

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“Eu me indigno, logo existo.”

Gyög Balint (1906-1943), escritor húngaro.

(Fonte: Revista Caras, 8 de abril de 2016 – ANO 23 – N° 15 – Edição 1170 – CITAÇÕES – Pág: 32)

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