A história do alumínio no Brasil

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HISTÓRIA

Histórico do Alumínio (Foto: Divulgação)

Histórico do Alumínio (Foto: Divulgação)

Histórico do Alumínio (Foto: Divulgação)

Histórico do Alumínio (Foto: Divulgação)

A história do alumínio no Brasil

Ano a ano, a história do alumínio no Brasil, que começou em 1913, com a instalação de uma fábrica sem nome, em São Paulo.

1913

Uma fábrica sem nome inicia, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, a fabricação de artefatos de alumínio, com equipamento inglês.

1916

Depois de seis meses parada, a fábrica é reorganizada, com o nome de Companhia Paulista de Artefatos de Alumínio (CPAA).

1917

Registarada a marca Rochedo. A (CPAA) começa a fabricar as primeiras placas de automóveis fundidas, com números rebitados posteriormente.

1919

Fundada a Estamparia Caravellas, em São Paulo, fabricando cápsulas com patente dinamarquesa.

1925

A Metalúrgica Matarazzo, em São Paulo, cria uma seção para fabricar utensílios de alumínio, com discos e chapas fornecidos pela Laminação Matarazzo, de Giulio Pignatari.

1933

Américo Gianetti começa a estudar a viabilidade da implantação de uma fábrica de alumínio na região de Ouro Preto.

1934

Várias fábricas de artefatos de alumínio já funcionavam no Brasil, utilizando lingotes e chapas importados. A Metalúrgica Matarazzo compra a CPAA e adquiri a marca Rochedo. Américo René Gianetti lança a pedra fundamental, em Saramenha, Ouro Preto, da Eletro Chimica Brasileira S.A. No começo, fabricaria produtos químicos. Numa segunda etapa, alumínio.

1938

O Governo Federal convida o engenheiro Gianetti a retomar os estudos para a instalação de uma fábrica de alumínio. A Elquisa encomenda, no exterior o equipamento para a montagem de uma usina de fabricação de alumina. A tensão mundial, impede o embarque.

1939

A Elquisa inaugura a sua primeira usina hidrelétrica: Usina do Salto, no rio Maynart.

1940

A seção de utensílios de alumínio da Metalúrgica Matarazzo passa a ser propriedade de Giulio Pignatari e ganha um novo nome: Fábrica de Artefatos de Metais Rochedo S.A.

Em 31 de dezembro, é fundada em São Paulo a empresa Alumínio do Brasil S.A. – Alubrasil, com capitais da Alcan Aluminium Ltd. (então Aluminium Ltd.), do Canadá, que só iniciaria suas atividades industriais anos mais tarde.

1941

A Elquisa contrata a compra, nos Estados Unidos, de equipamento para a fabricação de alumínio.

1942

Tem início, em Saramenha, a construção do conjunto de fábricas e edifícios para a fabricação de alumínio.

1943

A empresa de Giulio Pignatari passa para seu filho, Francisco Pignatari, que alterou o nome para Companhia Brasileira de Artefatos de Metal (CBAM).

1944

Entra em funcionamento a segunda hidrelétrica do rio Maynart, a Usina do Caboclo. Começa a funcionar, em caráter experimental, a fábrica de alumina de Saramenha, com capacidade para 10 mil toneladas anuais.

1945

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26 de março: primeira corrida de alumínio primário no Brasil, em Saramenha.

1946

Interrompida a produção de alumínio em Saramenha.

1947

Francisco Pignatari vende o setor de manufatura de alumínio (Rochedo) de sua indústria em Utinga ao grupo canadense Aluminium Ltd., que também comprou a Laminação Caravellas, através da Alumínio do Brasil S.A. – Alubrasil, Alcan Alumínio do Brasil S.A. – ALCANBRASIL.

1948

A Alubrasil inicia suas atividades industriais em Utinga, laminando folhas de alumínio e fabricando artefatos da marca Rochedo.

1950

A Alubrasil, através da Alumínio Minas Gerais S.A. – Aluminas assume o controle da Elquisa, decidindo-se pelo retorno à produção de alumínio em Saramenha. Com isso, a Alubrasil se tornaria a primeira empresa totalmente integrada do Brasil.

Na cidade de Ouro Preto (MG) é produzido o primeiro lingote de alumínio do Hemisfério Sul, na fábrica da Elquisa  (Foto: odetequimica.comunidades.net/Divulgação)

Na cidade de Ouro Preto (MG) é produzido o primeiro lingote de alumínio do Hemisfério Sul, na fábrica da Elquisa (Foto: odetequimica.comunidades.net/Divulgação)

1951

A Aluminas reinicia a produção de alumínio no Brasil, em Saramenha.

1956

Iniciado o primeiro programa de expansão da fábrica de alumínio primário de Saramenha, concluído em 1958, com capacidade para 18 mil toneladas anuais.

1964

Protocolados os dois primeiros pedidos de pesquisa na Amazônia, em nome da Bauxita Santa Rita, subsidiária da Aluminas.

1965

É concedida a autorização para pesquisar bauxita nas áreas de Mathias Sul e Mathias Norte, na Amazônia.

1966

A Alubrasil passa a chamar-se Alcan Alumínio do Brasil – ALCANBRASIL. Fundada a Alumínio do Brasil Nordeste S.A. – Alunordeste, a principal subsidiária da ALCANBRASIL.

1969

Início das atividades industriais da Alunordeste.

1970

Iniciado o estudo de engenharia do Projeto Trombetas.

1972

A ALCANBRASIL se associa à Petrobras e outros grupos para fundar a Petrocoque S.A.

1975

A Petrocoque inicia a produção de coque de petróleo, em Cubatão (SP).

1977

Inaugurada a fábrica de laminados de Pindamonhangaba.

1979

Início de operação do Projeto Trombetas.

1981

Início da implantação do laminador a quente da fábrica de Pindamonhangaba.

(Fonte: Veja, 3 de abril de 1985 -– Edição 865 -– ECONOMIA -– INFORME PUBLICITÁRIO – Pág: 124/125)

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