Índigo Girl, escritora campineira, uma das escritoras mais prolíficas da
literatura atual. O nome vem de um café em que ela trabalhou nos EUA: daí o
apelido, que a nomeia desde que estreou seus contos na internet, lá pelos
idos de 1995 – o que faz uma das precursoras a transpor a barreira entre
papel e silício no Brasil.
A outra especialidade da mocinha do café yankee é justamente a ficção
infanto-juvenil.
Índigo joga o leitor dentro de uma realidade surpreendente, com uma escrita
saborosa, é assim em “ET de cozinha”, da Festa da mexerica, ou em A maldição
da moleira. Não é atoa andam chamando Índigo de Monteiro Lobato de saias ou
nossa J. K. Rowling: suas narrativas são tão insólitas quanto divertidas.
(Fonte: Revista TRIP – Reveal – ANO 21 – DEZEMBRO 2007/JANEIRO 2008 – Nº162)
UMA DAS PRECURSORAS A TRANSPOR A BARREIRA ENTRE PAPEL E SILÍCIO NO BRASIL
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