Robert Palmer, participou de grupos como The Alan Bown Set, Dream e o projeto de jazz-rock Da Da e a banda de blues rock Vinegar Joe

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Compositor britânico teve seu auge nos anos 80, com “Addicted to Love”

 

Robert Allen Palmer (Batley, 19 de janeiro de 1949 – Paris, 26 de setembro de 2003), cantor e compositor britânico que foi sucesso nos anos 70 e 80.

 

Ligado ao rock e flertando com jazz, blues, soul e reggae, Palmer atingiu o auge de sucesso com a canção “Addicted to Love” e o álbum “Riptide”, ambos de 1985.

 

Na virada dos anos 60 para os 70, Palmer participou de grupos como The Alan Bown Set, Dream e o projeto de jazz-rock Da Da e a banda de blues rock Vinegar Joe. The Alan Bown Set abriu shows de Jimi Hendrix e The Who.

 

Estreou como artista solo em 1974, com “Sneakin” Sally Through the Alley”. Estabeleceu-se em Nova York em 1975, mas em 1977 fixou residência de dez anos em Nassau, Bahamas. Nos últimos 16 anos, viveu na Suíça.

 

Em 1980, aproximou-se do tecnopop no álbum “Clues”, que tinha a colaboração do electro-roqueiro Gary Numan. Pouco antes do sucesso de “Addicted to Love”, de 1985, foi convidado a integrar, como vocalista, o grupo The Power Station, com John Taylor e Andy Taylor, membros da banda Duran Duran. Palmer se desentendeu com os outros músicos e abandonou o grupo, que havia lançado um disco, com os hits “Communication” e “Get It On”.

 

O disco “Riptide” teve produção de Bernard Edwards, do grupo de disco music Chic. “Addicted to Love” virou sucesso em 1986, e tornou-se sua primeira música a atingir o número um das paradas musicais norte-americanas. Na Inglaterra, a música atingiu a quinta posição na parada.

 

O hit lhe rendeu prêmios no Vídeo Music Awards, da MTV, e um Grammy na categoria rock. Ele recebeu outro Grammy em 1989, dessa vez por “Simply Irresistible”, seu segundo maior sucesso.

 

Em 1990, Palmer foi eleito pela revista “Rolling Stone” como o músico mais bem-vestido do ano.

 

Em 1996, Palmer participou de uma tentativa de ressuscitar o Power Station, abortada pela morte do produtor Bernard Edwards e por atritos com os músicos. Em 1999, lançou “Rhythm & Blues”, seu primeiro álbum inédito em cinco anos. Após um disco ao vivo em 2001, lançou em maio deste ano “Drive”, mais direcionado ao rhythm’n’blues.

Robert Palmer faleceu em 26 de setembro de 2003, aos 54 anos, de um ataque cardíaco durante viagem de dois dias a Paris. O roqueiro estava descansando na França após uma gravação na Inglaterra.

(Fonte: https://www.terra.com.br/istoegente/218/aconteceu – Edição 218 – ACONTECEU – TRIBUTO / por Dirceu Alves Jr. – 06/10/2003)

(Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada – FOLHA DE S.PAULO – ILUSTRADA – MÚSICA – 27 de setembro de 2003)

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