Nestor Jost, foi deputado estadual, federal e ex-ministro da Agricultura no governo de Figueiredo

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Nestor Jost (Candelária, 10 de janeiro de 1917 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2010), foi deputado estadual e federal, presidente do Banco do Brasil e ex-ministro da Agricultura no governo de João Figueiredo.

 

Travou um dos maiores debates políticos no Rio Grande do Sul quando disputou e perdeu a corrida ao Senado para Paulo Brossard, em 1974.

 

Nestor Jot foi um dos principais nomes do cenário político e do agronegócio nacional.

 

Ele nasceu em Candelária e durante quase seis décadas morou no Rio de Janeiro, mas mantinha laços com o Vale do Rio Pardo.

 

Em 1974 foi eleito deputado estadual e, quatro anos mais tarde, conquistou cadeira na Câmara dos Deputados.

 

Após assegurar uma vaga no Congresso, concorreu ao Senado e protagonizou um grande embate político para a época. Em 12 de agosto de 1974, o candelariense era um dos personagens do debate transmitido pela televisão.

 

De um lado, o candidato a senador pela Arena, Nestor Jost, defendia o governo. De outro, Paulo Brossard de Souza Pinto, o desafiante em nome da oposição unificada pelo MDB.

 

A direção da então TV Gaúcha teve muitos cuidados políticos e, sobretudo, técnicos. Ainda não houvera um debate político eleitoral na televisão brasileira; e a emissora, para organizá-lo, socorreu-se de gravações de um famoso debate americano: Kennedy contra Nixon na eleição de 1960.

 

O impacto de um confronto político em plena era da censura ofuscou, nos dias seguintes, as discussões sobre quem ganhou o debate. Paulo Brossard acabou sendo eleito o senador pelo Rio Grande do Sul.

 

MINISTRO – Por indicação de Tancredo Neves e João Goulart, Nestor Jost assumiu, em 1961, a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial (Creai) do Banco do Brasil. Uma das primeiras medidas foi regionalizar a ação do órgão. Em 1967 o candelariense tornou-se presidente do banco, cargo que ocupou nos sete anos seguintes. Foi um dos grandes incentivadores da expansão da produção de soja e do crescimento da indústria petroquímica no Brasil. Jost entrou para a história da economia nacional por ter promovido uma forte ação de interiorização e internacionalização do BB.

 

A atuação forte e o trânsito livre nos setores da economia e do agronegócio credenciaram Nestor Jost a assumir, em março de 1984, o Ministério da Agricultura. Foi durante o governo de João Figueiredo. Deixou o ministério um ano depois, sendo substituído pelo hoje senador Pedro Simon. Teve também participação nos conselhos de empresas como Elegê, Avipal, Bayer do Brasil e da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

 

Jost faleceu em 9 de outubro de 2010, aos 93 anos, no Rio de Janeiro. Jost sofreu infarto e foi internado às pressas, mas não resistiu.

(Fonte: Correio do Povo – ANO 116 – Nº 11 – POLÍTICA – PORTO ALEGRE, 11 DE OUTUBRO DE 2010)
(Fonte: http://blogdoleonardo.tapera.net/2010/10 – Postado por Leonardo Mayer – 11 de outubro de 2010)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gaúcho Nestor Jost é o novo ministro da Agricultura

Em atos assinados simultaneamente, em 1º de março à tarde, o presidente João Figueiredo exonerou Ângelo Amaury Stábile (1927-2010) do cargo de ministro da Agricultura, atendendo ao pedido deste, e nomeou para o Ministério o atual secretário-geral do Projeto Carajás, Nestor Jost. Foi a 18ª alteração do Ministério feita pelo atual chefe do governo.

O pedido da demissão de Stábile foi apresentado em 1º de março ao presidente Figueiredo, em carta, na qual o ministro diz ter tomado a decisão em caráter irrevogável.

(Fonte: Zero Hora – Ano 50 – N°17.674 – 2 de março de 1984/2014 – HÁ 30 ANOS EM ZH – Pág: 55)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jost nega a possibilidade de faltar recursos à agricultura ministro da Agricultura

Em visita ao Rio Grande do Sul, o ministro da Agricultura, Nestor Jost, assegurou que as modificações provocadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na área de crédito não provocarão a falta de recursos para o setor primário, conforme estão prevendo líderes rurais de todo o país.

Ele descartou, entretanto, a possibilidade de o governo prorrogar a correção dos preços mínimos do arroz, reivindicando com veemência por toda a classe agrícola do Rio Grande do Sul.
(Fonte: Zero Hora – ANO 50 – N° 17.710 – HÁ 30 ANOS EM ZH – 7 de abril de 2014 – Pág: 43)

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