Hector Julio Páride Bernabó, pintou o candomblé como ninguém, Carybé, como era conhecido, foi o maior cronista visual da Bahia

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Carybé: versatilidade formal do maior cronista visual da Bahia, para onde se mudou nos anos 50

Hector Julio Páride Bernabó (Lanús, 7 de fevereiro de 1911 – Salvador, 2 de outubro de 1997), pintou o candomblé como ninguém, Carybé, como era conhecido, foi o maior cronista visual da Bahia.

Dono de uma obra vasta, na qual se estimam cerca de 5 000 trabalhos, entre pinturas, desenhos, esculturas e esboços, Carybé trabalhou com vários materiais. Criou também esculturas, a vertente menos importante de sua produção, e até esboços de cenas de filmes, como as mais de 1 000 que fez para a primeira versão de O Cangaceiro (1953), do diretor Lima Barreto, e ilustrações para livros. Além de Jorge Amado, emprestou seus traços a obras de Rubem Braga e Gabriel García Márquez, entre outros.

 

 

 

 

 

(Fonte: Veja, 8 de outubro de 1997 – ANO 30 – Nº 40 – Edição 1516 – Arte/ Por Geraldo Mayrink – Pág: 138/139)

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