Antonio Polo Galante, grande produtor do cinema paulista, se tornou uma figura central para o cinema paulista, atuando ao lado de grandes diretores da Boca do Lixo, como Walter Hugo Khouri e incentivando os trabalhos de Rogério Sganzerla -com este, já havia trabalhado em “A Mulher de Todos”, em 1969- e Carlos Reichenbach

0
Powered by Rock Convert

Antonio Polo Galante, grande produtor do cinema paulista

A.P. Galante, como era conhecido, foi um dos maiores produtores do cinema brasileiro. Primeiro sucesso de bilheteria foi com ‘Vidas Nuas’, drama erótico por Ody Fraga

Documentário “O Galante rei da boca”, conta trajetória do produtor Antonio Polo Galante — (Foto: Reprodução/O Galante rei da boca)

 

Antonio Polo Galante (nasceu em Tanabi, em 1934 — faleceu em 7 de abril de 2024), mais conhecido como A.P. Galante, um dos maiores produtores cinematográficos brasileiros,

Em 1967, Galante alcançou o seu primeiro sucesso de bilheterias, com “Vidas Nuas”, drama erótico dirigido por Ody Fraga.

Nos anos 1970, Galante se tornou uma figura central para o cinema paulista, atuando ao lado de grandes diretores da Boca do Lixo, como Walter Hugo Khouri e incentivando os trabalhos de Rogério Sganzerla (1946 — 2004) -com este, já havia trabalhado em “A Mulher de Todos”, em 1969- e Carlos Reichenbach (1945 – 2012).

Com a Galante Produções Cinematográficas, sua própria empresa, ele intensificou seu trabalho, sobretudo na produção de pornochanchadas. Em 1977, ele atingiu o recorde de produtividade, com sete filmes do gênero. Seu último filme foi “Cinderela Baiana”, de 1998, dirigido por Conrado Sanchez. Ao todo, Galante colaborou com 65 títulos do cinema brasileiro.

Natural de São Paulo, A.P. Galante, como era conhecido, passou o final de sua vida em Santa Catarina, nasceu em Tanabi, no interior paulista. Seu primeiro sucesso nas bilheterias se deu em 1967, com “Vidas Nuas”, um drama erótico dirigido por Ody Fraga (1927 — 1987).

Galante teve uma infância difícil, tendo frequentado entidades assistenciais. Quando se mudou para São Paulo, em 1954, conseguiu um trabalho como faxineiro dos estúdios Maristela, entrando em contato, para sempre, com a produção cinematográfica. Até se tornar produtor ele assumiu diversas funções: ajudante geral, contrarregra e eletricista, por exemplo.

O Bar Soberano, agora reaberto na rua do Triunfo, no centro de São Paulo, está negociando com o acervo do produtor diretamente com sua família. A ideia é fazer um trabalho de revitalização para projetos futuros.

O último filme do produtor foi “Cinderela Baiana”, de 1998, dirigido por Conrado Sanchez. Ao longo de sua carreira, colaborou com 65 títulos do cinema brasileiro e se especializou em uma ampla gama de gêneros cinematográficos, desde dramas a pornochanchadas, westerns a filmes de cangaço, musicais a policiais, sertanejo, entre outros.

Antonio Galante faleceu no domingo (7), aos 89 anos. A informação foi confirmada pela sua família.

(Créditos autorais: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil – Folha de S.Paulo/ NOTÍCIAS/ BRASIL/ SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – 08/04/2024)

(Créditos autorais: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/04/08 – Globo Notícias/ SÃO PAULO/ NOTÍCIA/ Por Camila Quaresma, g1 SP — São Paulo – 08/04/2024)

© Copyright 2000-2024 Globo Comunicação e Participações S.A.

Powered by Rock Convert
Share.