THOMAS F. BRADY, REPÓRTER DO TIMES
Thomas F. Brady, foi ex-jornalista e diretor de informação da missão das Nações Unidas para a Tunísia e a Líbia.
O Sr. Brady ingressou nas Nações Unidas após muitos anos como correspondente do The New York Times.
O Secretário-Geral U Thant (1909 – 1974) anunciou em 16 de novembro de 1970 a nomeação de Thomas F. Brady como diretor do centro de informações das Nações Unidas em Túnis, onde Brady trabalhou como correspondente do The New York Times.
Brady, de 55 anos, ingressou no The New York Times como repórter em 1941 e foi correspondente estrangeiro do jornal de 1952 a 1970, atuando em Londres, Paris, Argélia, Tunísia, Marrocos, Índia e Oriente Médio.
Cobriu diversas guerras.
Thomas Francis Brady passou 16 anos como correspondente estrangeiro do The Times, principalmente no Norte da África, Índia e Oriente Médio. Os temas de suas reportagens variaram desde o problema dos refugiados palestinos até a vida em pequenas cidades da Argélia durante a guerra civil argelina.
O pai do Sr. Brady era Joseph Lajus Brady, um arquiteto. Sua mãe era Sara Barney, natural de Nova York. Ele foi criado no sul da Califórnia e se formou em História pela Universidade da Califórnia em Los Angeles em 1936.
Durante a graduação, trabalhou para um pequeno jornal semanal, o The West Los Angeles Independent. De 1937 a 1938, foi assessor de imprensa da Grand National Films.
De 1938 a 1941, trabalhou como assistente de Douglas W. Churchill, correspondente do The Times em Hollywood. Em 1941, sucedeu Churchill e cobriu Hollywood durante 10 anos, com uma pausa para o serviço militar entre 1943 e 1946.
Ingressou no escritório de Londres
O Sr. Brady deixou o The Times em 1951 para estudar na Universidade de Paris. Ele tornou-se fluente em francês e obteve um certificado em civilização francesa.
Após se formar, o Sr. Brady ingressou na sucursal do The Times em Londres, onde trabalhou de 1952 a 1953, e foi designado para Paris de 1953 a 1955 e para a Argélia, Tunísia e Marrocos de 1955 a 1962.
O Sr. Brady foi o principal correspondente do The Times na Índia de 1962 a 1965, e, em seguida, trabalhou em Beirute, onde cobriu grande parte do Oriente Médio, de 1965 a 1968. Depois, integrou a equipe da seção metropolitana do The Times antes de começar a trabalhar para as Nações Unidas em 1970.
O bom humor do Sr. Brady o ajudou a superar os percalços comuns a um correspondente estrangeiro. Ele foi espancado durante tumultos em Argel e ficou preso por um breve período em Damasco. Em 1956, foi detido em Argel, então sob domínio francês, a bordo de um avião que transportava cinco revolucionários argelinos.
Thomas Brady morreu em 4 de abril de ataque cardíaco. Ele tinha 56 anos.
O Sr. Brady deixa viúva a Sra. Elizabeth Pallette; uma filha, Elizabeth; e um filho, Thomas F. Jr.
(Direitos autorais reservados: https://www.nytimes.com/1972/04/05/archives — New York Times/ ARQUIVOS/ Arquivos do New York Times — TÚNIS, 4 de abril — 5 de abril de 1972)
(Direitos autorais reservados: https://www.nytimes.com/1970/11/17/archives – NAÇÕES UNIDAS, Nova Iorque, 16 de novembro (AP) — 17 de novembro de 1970)
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