Maud Harrison, foi uma atriz de renome em outros tempos, foi a primeira Sra. Brown em “The Banker’s Daughter”, de Bronson Howard (1842 – 1908), e interpretou a Rainha quando Annie Russell (1864–1936) estrelou “Elaine”

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Maud Harrison; atriz

 

 

Maud Harrison, foi uma atriz de renome em outros tempos.

A senhorita Maud estava hospedada sozinha no hotel havia seis meses, na expectativa de retomar seu trabalho teatral, que havia abandonado cinco anos antes. Ela deixou os palcos para cuidar de sua mãe, que estava doente e faleceu recentemente. Uma irmã da senhorita Harrison, a Sra. Joseph Hurd, que mora em Mount Vernon, não pôde ser contatada a tempo de chegar ao hotel antes do falecimento da senhorita Harrison.

A senhorita Maud era adepta da Ciência Cristã e, embora fosse sabido no hotel que ela não se sentia bem havia vários dias, seus amigos dizem que ela não consultou um médico.

Maud Harrison tinha cerca de 51 anos, uma aparência distinta e jovem para a sua idade. Seu último papel foi em “Naughty Anthony”, produzido em 1900 no Herald Square Theatre por David Belasco.

Ela pretendia entrar para a companhia como coadjuvante de Grace George (1879 – 1961) em “Clothes”, mas desistiu do papel após alguns ensaios.

A Srta. Harrison começou sua carreira no Madison Square Theatre sob a direção do falecido A. M. Palmer, atuando como um menino em “The Lights o’ London”.

Ela foi a primeira Sra. Brown em “The Banker’s Daughter”, de Bronson Howard (1842 – 1908), e interpretou a Rainha quando Annie Russell (1864–1936) estrelou “Elaine”.

Ela atuou em algumas produções famosas. Foi a primeira atriz a aparecer nos Estados Unidos como Rosa Guerin em “A Parisian Romance”, com Mansfield.

Maud Harrison foi encontrada caída no chão de seu apartamento no Hotel Willard, na Rua 76 Oeste, na manhã de ontem, em estado comatoso.

Ela faleceu às 15h, sem recuperar a consciência. Foi encontrada por uma camareira pouco antes das 22h, estendida no chão perto do telefone, de camisola, como se tivesse tentado, em algum momento da noite, entrar em contato com a recepção do hotel.

O Dr. W.C. Cramp, do número 340 da Avenida West End, cujo consultório fica próximo ao hotel, foi chamado e fez uma tentativa inútil de reanimar a atriz. A causa imediata da morte, segundo o médico, foi paralisia.

(Direito autoral reservado: https://www.nytimes.com/1907/04/29/archives — New York Times/ Arquivos do New York Times – 29 de abril de 1907)

Sobre o Arquivo
Esta é uma versão digitalizada de um artigo do arquivo impresso do The Times, anterior ao início da publicação online em 1996. Para preservar esses artigos como foram originalmente publicados, o The Times não os altera, edita ou atualiza.
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