Diretor, produtor e roteirista, Martín Patino foi uma referência do chamado Novo Cinema Espanhol

O diretor Basilio Martín Patino (Carlos Alvarez/Getty Images)
Basilio Martín Patino (Lumbrales, Salamanca, 29 de outubro de 1930 – Madri, 13 de agosto de 2017), diretor espanhol, autor de um cinema intimista censurado durante a ditadura franquista.
Diretor, produtor e roteirista, Martín Patino foi uma referência do chamado Novo Cinema Espanhol, com filmes e documentários como Del Amor y Otras Soledades, Los Paraísos Perdidos e Octavia.
Nascido em Salamanca em outubro de 1930, Martín Patino estreou em 1965 com Nueve cartas a Berta, produção ganhadora da Concha de Prata no Festival de San Sebastián.
Depois que vários de seus filmes críticos foram censurados pela ditadura de Francisco Franco (1939-1975), filmou clandestinamente Queridísimos Verdugose Caudillo.
Seu último longa de ficção foi Octavia, apresentado em 2002 no Festival de San Sebastián.
Martín Patino recebeu em 2005 a Medalha de Ouro da Academia espanhola de Cinema por uma obra “silenciosa, mas coerente, de um cineasta que permanece recluso na privacidade de seu trabalho”.
Martín Patino faleceu em 13 de agosto de 2017, em Madri, aos 86 anos – informou a Academia espanhola de Cinema.
“Falece Basilio Martín Patino, diretor de filmes como Canciones para Después de Una Guerra‘, ou Nueve Cartas a Berta”, publicou a Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha em seu Twitter.
(Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia – POP & ARTE / Por France Presse – 13/08/2017)
(Fonte: http://veja.abril.com.br/entretenimento – ENTRETENIMENTO – Por Da Redação – 13 ago 2017)

