Nelson Hoineff, jornalista respeitado e criador do clássico Documento Especial, da Rede Manchete

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Jornalista, crítico de cinema e diretor de televisão, criador do Documento Especial

 

 

Nelson Hoineff (Rio de Janeiro, 1948 – Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 2019), jornalista, crítico de cinema e diretor de televisão.

 

Hoineff é grande conhecido do público por ter criado e dirigido a partir de 1989 o clássico jornalístico Documento Especialda extinta Rede Manchete.

 

Nelson Hoineff nasceu em 1948 e foi um dos mais atuantes jornalísticas e críticos de TV da história da comunicação. Na televisão brasileira, dirigiu o departamento de programas jornalísticos da Manchete. Também passou por SBT, Band, GNT, TV Cultura e TVE do Rio de Janeiro.

 

Seu maior destaque na TV foi o programa Documento Especial, exibido na Manchete, SBT e Band durante o 1989 e 1997. Dono de um estilo único, o Documento Especial abordava temas da atualidade com abordagens únicas e imagens cruas. Sua aceitação foi rápida e o programa chegou a ser líder de audiência em seu auge, em 1990.

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Entre os programas considerados grandes clássicos do Documento Especial, estão reportagens como Os Pobres Vão a Praia, produzida em 1989 e um grande sucesso de visitas no YouTube até os dias de hoje; além de Vidas Secas, documentário sobre a fome no Nordeste que rendeu ao programa o Prêmio Príncipe Rainier no Monte-Carlo TV Festival, a premiação máxima de reportagem no mundo.

 

Nelson Hoineff foi crítico de cinema e dirigiu documentários

 

Além de seu trabalho na televisão, Hoineff foi crítico de cinema e dirigiu documentários, como o Alô Alô Terezinha, de 2009, que falava da vida e do sucesso de Abelardo Barbosa, o Chacrinha.

História na televisão

Hoineff foi diretor de telejornais na (extinta) Rede Manchete , SBT, Band, GNT, TV Cultura e ainda na também extinta TVE Rio, atual TV Brasil.

Entre os anos 80 e 90, o profissional esteve à frente do programa “Documento Especial”, exibido na Manchete, SBT e Band, e que chegou a ser reprisado no Canal Brasil, da Globosat.

Em 1984, foi um dos fundadores a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACC-RJ).

Hoineff se especializou em cinema pela New York University, e em novas tecnologias da televisão pela New School for Social Research, também em Nova York.
O primeiro documentário longa-metragem do jornalista foi “O Homem Pode Voar”, sobre o aviador Santos Dummont. Em 2009, Hoineff lançou o documentário “Alô, Alô, Terezinha”, sobre o apresentador Chacrinha, ícone da televisão brasileira.

Nelson Hoineff faleceu em 15 de dezembro de 2019, aos 71 anos, no Rio de Janeiro.

A informação sobre a morte do jornalista e crítico foi confirmada por Ricardo Largman, vice-presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ) – instituição que Nelson Hoineff fundou e presidiu por vários anos.

“O Nelson era um personagem divertidíssimo de filme. Uma figura que todos os dias gerava um roteiro com as historias incríveis que ele contava. Tudo se transformava numa trama, num enredo, muitas vezes divertido, muito cinematográfico. Era um cara sereno, mas a vida era muito intensa”, afirmou Largman, que conheceu Hoineff em 1982, dois anos antes da fundação da ACCRJ.

(Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/12/15 – RIO DE JANEIRO / NOTÍCIA / Por G1 Rio – 15/12/2019)
(Fonte: https://observatoriodatelevisao.bol.uol.com.br/noticias/2019/12 – NOTÍCIAS / Por GABRIEL VAQUER – 15/12/2019)
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