Kim Dae-jung (Hauido, 6 de janeiro de 1924 – Seul, 18 de agosto de 2009), ex-presidente sul-coreano o qual governou o país entre 1998 e 2003, e Prêmio Nobel da Paz em 2000.
Kim foi o idealizador de uma política de abertura para a Coreia do Norte.
Casado e pai de três filhos, ele foi presidente da Coreia do Sul entre 1998 e 2003. Ele foi o primeiro chefe de estado sul-coreano a viajar a Pyongyang, onde em 15 de junho de 2000 assinou uma declaração conjunta que marcou a aproximação entre as Coreias.
Os esforços de aproximação e pacificação com o regime comunista de Pyongyang valeram a ele no ano 2000 o Prêmio Nobel da Paz. O acordo com os norte-coreanos permitiu o encontro entre famílias das duas Coreias e maior cooperação econômica. Durante vários anos, foi dissidente político em seu país – e, nesse período sobreviveu a várias tentativas de assassinato. Era considerado um ícone da democracia sul-coreana.
Kim Dae-jung faleceu em 18 de agosto de 2009, aos 83 anos, no hospital Severance de Seul.
Ele estava desde o fim de julho em uma Unidade de Terapia Intensiva por causa de uma pneumonia.
Kim Dae-jung foi internado no centro médico em 13 de julho de 2009 e respirava com a ajuda de aparelhos.
(Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional – Memória – 18/08/2009)
(Com agência France-Presse)
COMUTADA: a pena de morte imposta ao líder da oposição coreana Kim Dae Jung. Eleito deputado quatro vezes seguidas, Dae Jung foi candidato à Presidência da Coreia do Sul em 1971, obtendo 46% dos votos. Agora, o político está condenado à prisão prepétua. Dia 23 de janeiro de 1981, aos 56 anos, pelo general Chon Doo Hwan, atual chefe de Estado. Em Seul, Coreia do Sul.
(Fonte: Veja, 28 de janeiro de 1981 Edição n° 647 DATAS Pág; 58)
- Kim Dae-jung, ex-presidente sul-coreano.


