James H. Billington, foi o 13° bibliotecário do Congresso depois de ter sido nomeado pelo presidente Ronald Reagan

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Reconhecido acadêmico e autor foi o décimo terceiro bibliotecário da Biblioteca do Congresso dos EUA

 

 

James Hadley Billington (Bryn Mawr, Pensilvânia, em 1° de junho de 1929 – Washington, DC, 20 de novembro de 2018), o emérito bibliotecário do Congresso dos Estados Unidos, um dos principais historiadores da Rússia do mundo, e importante acadêmico e autor norte-americano que lecionou em Harvard e Princeton antes de ser durante 42 anos CEO de quatro instituições culturais federais

 

James Billington foi o 13° bibliotecário do Congresso depois de ter sido nomeado pelo presidente Ronald Reagan em 1987, uma indicação aprovada por unanimidade pelo Senado dos EUA. Ele se aposentou como bibliotecário em 30 de setembro de 2015.

 

Durante um período de 28 anos, fundou o Festival Nacional do Livro com a primeira-dama Laura Bush, o Centro John Kluge e o Prêmio para o Estudo da Humanidade, o Prêmio Gershwin e o Centro Nacional de Conservação Audiovisual.

 

Ao longo de uma vida dedicada à erudição e à função pública – durante o qual ele trabalhou com todos os presidentes e congressos desde os anos 1960 até sua aposentadoria – James Billington desempenhou um papel único na preservação, promoção e divulgação da rica herança cultural dos Estados Unidos.

 

 

Nascido em Bryn Mawr, Pensilvânia, em 1 de junho de 1929, foi educado em escolas públicas da área da Filadélfia. James Billington foi orador da Lower Merion High School e da Universidade de Princeton, onde se formou com as mais altas honrarias em 1950. Em 1953, recebeu o doutorado em história moderna russa do Balliol College da Universidade de Oxford, onde era bolsista da Rhodes.

 

Billington recebeu 42 títulos honorários, bem como a Presidential Citizen’s Medal dos EUA, a Ordem da Amizade da Federação Russa e a Ordem Nacional da Legião de Honra da França.

 

Após o serviço no Exército dos EUA no Gabinete de Estimativas Nacionais do Presidente Eisenhower, ele ensinou história na Universidade de Harvard de 1957 a 1962, e na Universidade de Princeton, onde foi um professor muito popular de 1964 a 1974.

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De 1973 a 1987, James Billington foi diretor do Centro Internacional para Acadêmicos Woodrow Wilson, onde fundou o Instituto Kennan de Estudos Avançados da Rússia, sete outros novos programas e a Wilson Quarterly.

 

James Billington é autor de nove livros, incluindo a clássica história cultural russa, The Icon and the Axe e The Face of Russia, um livro que acompanha a série de televisão da PBS.

 

James Billington passou mais de 50 anos ajudando os líderes e cidadãos norte-americanos a entender melhor a antiga União Soviética e os Estados que a sucederam, contribuindo para uma maior apreciação dos valores e instituições dos Estados Unidos em países que se estendem por um terço do globo.

 

Sua primeira visita à Rússia foi em 1958 e acompanhou o presidente e a primeira-dama, Ronald e Nancy Reagan, a Moscou em 1988 para a reunião de cúpula de Reagan com Mikhail Gorbachev.

 

Durante seu mandato de 28 anos na Biblioteca do Congresso, o Dr. Billington ampliou e aprimorou tecnologicamente os espaços públicos no Edifício Thomas Jefferson, redefinindo-o como um local de exibição nacional que recebeu mais de 100 exposições, muitas com materiais nunca antes mostrados publicamente nos EUA.

 

Ele duplicou o tamanho das coleções analógicas tradicionais da Biblioteca para mais de 160 milhões de itens e supervisionou iniciativas inovadoras de preservação. James Billington foi pioneiro na reconstrução da biblioteca original de Thomas Jefferson, usando fundos privados arrecadados pelo Conselho James Madison da Biblioteca, que ele fundou.

 

James Billington também fundou o Open World Leadership Centre, que permitiu que mais de 27.000 líderes eurasianos se envolvessem e aprendessem com o processo democrático. Ao mesmo tempo, criou uma nova e considerável presença on-line da Biblioteca do Congresso e lançou uma série de programas inovadores para compartilhar as riquezas educacionais da Biblioteca com milhões de norte-americanos e o mundo.
James Billington deixa sua esposa de 61 anos, Marjorie Anne Brennan, que ele descreveu como sua “parceira indispensável em todos os sentidos e em todas as fases de sua vida adulta”

 

Billington morreu pacificamente em em Washington, DC, dia 20 de novembro de 2018, após uma breve doença, cercado por sua família. Ele tinha 89 anos.

(Fonte: http://www.ogirassol.com.br/viver – VIVER / WASHINGTON – /PRNewswire – 22 de novembro de 2018)

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