HARRY RIGBY; PRODUTOR ORIGINOU SÉRIE ‘SUGAR BABIES’
O ponto forte do Sr. Rigby era persuadir atores e atrizes cujas carreiras já haviam ultrapassado o auge a sair do crepúsculo e aparecer em espetáculos da Broadway. Os espetáculos eram invariavelmente sucessos.
Ele convenceu Ruby Keeler (1909 – 1993), a estrela do filme ”Rua 42”, a aparecer em uma reestreia de ”No, No, Nanette” em 1971. Ele convenceu Debbie Reynolds e depois Jane Powell a assumir a reestreia de ”Irene”, que estreou em 1973. E ele convenceu Mickey Rooney e Ann Miller a estrelar ”Sugar Babies” em 1979.
Do Dia dos Namorados ao Burlesco
“Sugar Babies”, uma homenagem ao burlesco, continua em turnê pelo país com suas estrelas originais e tem estreia prevista para a semana que vem em Norfolk, Virgínia. O coprodutor do espetáculo, Terry Allen Kramer, disse que o espetáculo continuará em turnê por mais um ano em memória ao Sr. Rigby.
“Produzir é um refúgio maravilhoso para os ineptos”, disse o Sr. Rigby a um entrevistador em 1980. “É o último recurso. É a única coisa que eu poderia fazer.”
O Sr. Rigby, nascido em Pittsburgh em 21 de fevereiro de 1925, começou a arrecadar fundos e a reunir pessoal para espetáculos em 1951, relativamente jovem para um produtor. Os espetáculos que coproduziu incluem “Make a Wish”, “John Murray Anderson’s Almanac”, “Half a Sixpence”, “Hallelujah, Baby”, a remontagem de “Good News” com Alice Faye e John Payne, “Knock, Knock”, “I Love My Wife” e “Gorey Stories”.
Pelo menos uma vez, ele tentou a carreira de ator. Interpretou um pinguim no filme “Pound”, de Robert Downey, em 1970.
Harry Rigby foi encontrado morto em 17 de janeiro de 1985, em seu apartamento em Manhattan. Ele tinha 59 anos.
Henry Luhrman, assessor de imprensa do Sr. Rigby, disse que uma secretária encontrou o corpo do Sr. Rigby depois que ele não compareceu a um almoço no Russian Tea Room. A causa da morte, disse o Sr. Luhrman, é desconhecida.
Ele deixa sua irmã, Anne Pierce, de Clinton, Carolina do Sul.
O funeral foi realizado na segunda-feira às 14h30 na Capela Funerária Frank E. Campbell, na 1076 Madison Avenue, perto da 81st Street.
(DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS: https://www.nytimes.com/1985/01/18/arts – New York Times/ Arquivos/ Arquivos do New York Times/ por Joseph Berger – Jan. 18, 1985)
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