Dick King-Smith, escritor britânico de títulos infantis onde os animais são os protagonistas

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Autor britânico da novela “The Sheep-Pig”, que inspirou o filme australiano “Um Porquinho Chamado Babe”

Dick King-Smith (27 de março de 1922 – Inglaterra, 4 de janeiro de 2011), escritor britânico. Autor de diversos títulos infantis, onde os animais são os protagonistas, o escritor ficou conhecido pelo livro The Sheep-Pig, publicado em 1983 e que ganhou versão adaptada para o cinema.

Dick King-Smith morreu no dia 4 de janeiro de 2011, na Inglaterra, aos 88 anos.
(Fonte: www.guiadasemana.com.br – Porto Alegre/Cinema – 07 de janeiro de 2011)

Dick King-Smith, criador do porquinho Babe (1922-2011)

Autor da novela ‘”The Sheep-Pig”, que inspirou o filme australiano “Um Porquinho Chamado Babe” , de 1995, distinguido com um Óscar na categoria de melhores efeitos visuais, o prolífico escritor Dick King-Smith , começou a carreira literária tarde, tendo sido antes agricultor e, depois, educador de infância.

Escreveu a sua primeira história, “The Fox Busters”, na década de 50, que só conseguiu publicar em 1978, tendo chegado a vender mais de cinco milhões de cópias somente no Reino Unido. Nome consagrado na literatura infantil, Dick King-Smith deixou mais de 100 livros publicados, dos quais os mais conhecidos são “The Foxbusters”, “The Water Horse”, “The Invisible Dog” e “Harriet’s Hare”. Mas foi com a personagem Babe que alcançou notoriedade internacional.

Ele e outras das suas personagens, em especial o cachorro Dodo, transformaram-se em estrelas de séries televisivas. O seu livro “The Queen’s Nose” foi adaptado pela BBC TV que o transformou em séries de sucesso exibidas entre 1995 to 2003.

Agraciado em 1999 com o Honorary Master of Education pela University of the West of England, e, em 2010, com o título de Oficial do Impérito Britânico pelos serviços prestados à literatura infantil, Dick King-Smith disse, certa vez: “Nunca ponho roupa nos meus animais. Comportam-se como os animais deviam comportar-se, com a exceção de que abrem a boca e falam o inglês da rainha (britânico)”.

(Fonte: www.aeiou.expresso.pt – Memória/ Por Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt), Agências – 06 de janeiro de 2011)

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