SERTANEJA

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Moda de viola – Há dois momentos distintos da música sertaneja no Brasil. O primeiro ocorre no final da década de 20, quando o folclorista Cornélio Pires, famoso por contar anedotas tendo como personagens a figura do caipira, reúne as principais duplas sertanejas do interior do Estado de São Paulo, financiando gravações de discos e aparições no rádio. As duplas se caracterizam por cantar em duas vozes, fazendo-se acompanhar por violão e viola. Os temas abordados priorizam a vida do homem da roça (Moda da mula preta, Menino da porteira). As músicas dessa fase são conhecidas como modas de viola, e as principais duplas são Tonico e Tinoco, Alvarenga e Ranchinho e Cascatinha e Inhana (cuja versão da guarânia Índia transforma-se em sucesso nacional nos anos 50).
Sertanejo eletrônico – A partir dos anos 80 uma nova música sertaneja aparece, caracterizada pela fusão do estilo caipira brasileiro com o country & western norte-americano. As novas duplas vestem-se como caubóis do Texas, trocam a viola pela guitarra elétrica e passam a cantar apenas músicas românticas, sem identidade rural. As principais duplas são Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo (que chega a vender 2,7 milhões de cópias do disco que traz o sucesso Pensa em mim) e Zezé Di Camargo & Luciano.

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