Whitney Houston, chegou a ser considerada uma das artistas de maior vendagem de discos da história.

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Whitney Houston (Newark, 9 de agosto de 1963 – Los Angeles, 11 de fevereiro de 2012), fez muito sucesso nos anos 80 e 90 e chegou a ser considerada uma das artistas de maior vendagem de discos da história.

Além da carreira de sucesso na música, ela também se destacou no cinema. Em “O Guarda-Costas”, Whitney contracenou com Kevin Costner e fez do disco da trilha sonora do filme como o mais vendido por uma artista feminina na história. No decorrer de sua trajetória ela vendeu mais de 200 milhões de álbuns e chegou a ficar 30 vezes no topo das paradas da Billboard.

Carreira premiada

Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atuou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes – ela venceu 415 prêmios ao longo da vida.

Houston era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.

Seu álbum de estreia, “Whitney”, foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias ao redor do mundo graças aos sucessos “Saving all my love for you” e “How will I know”.

Nos cinemas, seu primeiro papel foi no filme “O Guarda-costas” (1992), em que dividia cena com Kevin Costner e cantava na trilha sonora. É do longa a música “I will always love you”, seu maior sucesso e cover de Dolly Parton.

Com seu estilo inspirado no canto gospel, a cantora inspirou uma geração de cantoras, de Mariah Carey a Christina Aguilera. Porém, no auge do sucesso, ela se tornou notícia por suas polêmicas fora do palco, o que incluia comportamentos estranhos em público. Por diversas vezes ela confessou ser viciada em cocaína, maconha e medicamentos controlados. Segundo a cantora, com o passar dos anos isso a fez perder seu timbre de voz, que não alcançava mais as altas notas de outrora.

O jornal “The New York Times” descreveu Whitney Houston como “uma das melhores vozes gospel de sua geração”. Segundo a publicação, “ela evitava os maneirismos típicos do gênero e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, comunicava força e auto-confiança, criando baladas pop majestosas”.

Houston deixou milhões de fãs orfãos depois de ser encontrada morta por um membro de sua equipe na banheira de uma suíte de um hotel, em Los Angeles.

(Fonte: http://revistaquem.globo.com/QUEM-News/noticia/2012/12/retrospectiva-2012-12- Retrospectiva 2012 – 9/12/12)

(Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/02 – Do G1, com Reuters – Pop & Arte – 11/02/2012)

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