Phedra de Córdoba, atriz cubana transexual que se destacou por sua atuação na companhia de teatro Os Satyros

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Diva do teatro brasileiro, artista cubana se destacou por sua atuação na companhia de teatro Os Satyros

 

A atriz cubana Phedra de Córdoba fazia parte da companhia de teatro Os Satyros. (Foto: Reprodução/Facebook/Phedra de Cordoba)

A atriz cubana Phedra de Córdoba fazia parte da companhia de teatro Os Satyros. (Foto: Reprodução/Facebook/Phedra de Cordoba)

 

Phedra de Córdoba (Havana em 26 de maio de 1938 – São Paulo, 9 de abril de 2016), atriz cubana transexual. Entrou para uma companhia de dança na adolescência, trabalhando com a bailarina Lupi Sevilha.

Phedra nasceu em Havana em 26 de maio de 1938, então Rodolfo. Ainda na adolescência, entra para uma companhia de dança. Durante uma temporada de espetáculos em Buenos Aires, conhece o brasileiro Walter Pinto, produtor e autor de teatro, e resolve não voltar para Cuba, instalando-se no Rio de Janeiro. A identidade feminina foi assumida aos 21 anos.

A atriz trabalhou em espetáculos com travestis, foi vedete do comediante Costinha e fez parte do elenco de shows das boates gays de São Paulo. Em 2003, ingressa na companhia de teatro Os Satyros, onde atuou em diversas montagens do diretor Rodolfo García Vázquez.

Nesse período, participou de peças como  “A Filosofia na Alcova”, “A Vida na Praça Roosevelt”, “Transex”, “Divinas Palavras”, “Liz”, “Hipóteses para o Amor e a Verdade” e “Cabaret Stravaganza”.

No Brasil, ela atuaria com Costinha, Ewerton de Castro, Consuelo Leandro, Nelson Gonçalves e Hebe Camargo, entre outros artistas, firmando-se no teatro de revista. 

Ela também foi personagem do documentário “Cuba Libre”, primeira produção cinematográfica da companhia Os Satyros. O filme acompanha a volta da atriz a Cuba e o reencontro com amigos e familiares.

Phedra de Córdoba morreu aos 77 anos em 9 de abril de 2016 no Hospital Heliópolis, em São Paulo. Ela lutava contra um câncer de pulmão.

(Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2016/04 – POP & ARTE / Do G1, em São Paulo – 10/04/2016)

(Fonte: Zero Hora – ANO 52 – Nº 18.435 – 11 de abril de 2016 – TRIBUTO / MEMÓRIA – Pág: 35)

(Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/teatro – CULTURA – TEATRO E DANÇA – CULTURA /  POR O GLOBO – 10/04/2016)
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