“Trocando em miúdos: cantada de rua? Assédio. Cheirar o cangote de uma colega de trabalho sem a permissão dela? Assédio. Passada de mão na balada? Assédio. Convidar uma subordinada para seu quarto de hotel e abrir a porta pelado? Assédio. Para encurtar uma longa história: se não for recíproco e houver insistência, é assédio.” ANTONIA PELLEGRINO e MANOELA MIKLOS, do blog Agora É que São Elas, em artigo para a Folha de S.Paulo
“Trocando em miúdos: cantada de rua? Assédio. Cheirar o cangote de uma colega de trabalho…