Piper Laurie, atriz de Carrie, a Estranha e Twin Peaks, criado por David Lynch e Mark Frost nos anos 1990

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Piper Laurie, atriz de Carrie, a Estranha e Twin Peaks

A atriz Piper Laurie posa no New York Herald Tribune, na cidade de Nova York, em 28 de dezembro de 1961. (John Lindsay/AP)

 

 

Piper Laurie (nasceu em Detroit, Michigan (Estados Unidos), em 22 de janeiro de 1932 – faleceu em Los Angeles, em 14 de outubro de 2023), atriz com três indicações ao Oscar e conhecida pelas suas atuações em Carrie, a Estranha e Twin Peaks.

Laurie teve uma carreira marcada por grandes papéis no cinema e na televisão. Nas telonas, ela marcou gerações com papéis nos filmes “Desafio à Corrupção”, de 1961, e “Carrie, a Estranha”, de 1976, que renderiam a ela duas indicações ao Oscar. Ela ainda disputou o prêmio pelo drama “Filhos do Silêncio”, de 1987, mas nunca venceu a estatueta.

A atriz também é bastante conhecida na televisão por seu trabalho no seriado “Twin Peaks”, criado por David Lynch e Mark Frost nos anos 1990. Na produção, ela viveu Catherine Martell, membro da elite da cidade onde a história se passa e que movia as conspirações da região.

Pelo papel, ela recebeu duas indicações ao Emmy Awards, mas ela venceu o prêmio antes, em 1984. Naquele ano, ela foi coroada pela entidade como a melhor atriz coadjuvante de uma minissérie ou especial para a televisão, graças a seu papel em “A Promessa”. Sua última indicação à premiação foi em 1999, por uma participação no seriado “Frasier”.

Nascida em 1932, Laurie chegou a se aposentar da carreira de atriz em meados dos anos 1960 por falta de oportunidades. Ela optou por abandonar tudo e criar uma família mesmo depois da indicação ao Oscar por “Desafio à Corrupção”, onde brilhou como a jovem alcoólatra que acompanha o personagem de Paul Newman. Nesse período, ela também se destacou em “Famintas de Amor”, de 1957, também com Newman e dirigido por Robert Wise.

Sem espaço na indústria, ela se desligou de um contrato fixo com a Universal e se casou com Joseph Morgenstern, escritor que trabalharia ainda como crítico de cinema na indústria.

As dificuldades caíram por terra nos anos 1970, quando voltou com uma sequência matadora de projetos. A começar pelo revival de “O Zoológico de Vidro” na Broadway e de uma colaboração para a série infantil “Nova”, no canal americano da PBS.

Os dois maiores papéis que a devolveram ao prêmio da Academia, curiosamente, envolviam mães: em “Carrie”, ela vivia a ameaçadora matriarca que controlava a filha com poderes telecinéticos, interpretada por Sissy Spacek. Já em “Filhos do Silêncio”, seu trabalho como a fria mãe da protagonista feita por Marlee Matlin rendeu elogios na imprensa especializada.

Ela ainda trabalhou em produções como “O Mundo Fantástico de Oz”, uma sequência de “O Mágico de Oz” feita em 1985 pela Disney, e a adaptação de “O Vento Será Tua Herança” para a TV em 1999, onde trabalhou com George C. Scott e Jack Lemmon.

Seu último trabalho foi em 2018, quando fez um papel secundário em “White Boy Rick”, de Yann Demange. Desde então, colaborou em duas séries feitas no formato de podcast, “Around the Sun” e “Carcerem”.

Relembre a carreira da atriz Piper Laurie

O nome de Piper Laurie é na realidade Rosetta Jacobs e ela nasceu em Detroit, Michigan (Estados Unidos), em 22 de janeiro de 1932.

Ela se muda para Hollywood e assina um contrato com a Universal Pictures em 1949, adotando finalmente o nome artístico de Piper Laurie. Sua estreia no cinema aconteceu em Os Noivos de Mamãe (1950) ao lado de Ronald Reagan, mas se destacaria realmente em Desafio à Corrupção (1961), filme de Robert Rossen estrelado por Paul Newman que rendeu à Laurie sua primeira indicação ao Oscar, como Melhor Atriz.

Depois disso, ela firmaria seu nome como atriz. O papel mais marcante da carreira de Piper Laurie foi como a vilã Margaret White em Carrie, a Estranha (1976), clássica adaptação de Stephen King pelo Brian De Palma. Sua impressionante atuação como a mãe abusiva e fanática religiosa de Carrie lhe rendeu outra indicação ao Oscar, como Melhor Atriz Coadjuvante. Ela ainda recebeu uma terceira e última indicação ao Oscar, novamente Melhor Atriz Coadjuvante, por Filhos do Silêncio (1986), ​​de Randa Haines.

Na televisão, Piper Laurie também teve uma carreira de sucesso, principalmente como Catherine Martell na série Twin Peaks, de David Lynch, onde recebeu duas de suas nove indicações ao Emmy. O único Emmy de sua carreira veio por A Promessa em 1986 e, além das nomeações conquistadas por Twin Peaks, ela também foi indicada por Studio One, Playhouse 90, The Bunker, Pássaros FeridosSt. Elsewhere e, finalmente, Frasier.

Piper Laurie faleceu na manhã do sábado (14) aos 91 anos.

Essa informação foi confirmada à Variety pela sua própria empresária, Marion Rosenberg: “Um lindo ser humano e um dos grandes talentos do nosso tempo”, disse a representante.

(Direitos autorais: https://www.msn.com/pt-br/cinema/noticias – Adoro Cinema/ CINEMA/ NOTÍCIAS / História por Bruno Botelho dos Santos – 14/10/23)

(Direitos autorais: https://www.msn.com/pt-br/cinema/noticias – Folha de S.Paulo / CINEMA/ NOTÍCIAS / por (FOLHAPRESS) – SÃO PAULO, SP – 14/10/23)

(Direitos autorais: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2023/10/14 – POP & ARTE/ CINEMA/ NOTÍCIA/ Por g1 – 

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