ISAAC ANDERSON, RESENHISTA DE LIVROS
Ex-crítico de romances policiais do The Times
Isaac Anderson (nasceu em Madison, Wisconsin – faleceu em 12 de novembro de 1961 em Weymouth, Massachusetts), jornalista nova-iorquino e crítico de livros de mistério, foi crítico de romances policiais do The New York Times Book Review por vinte e cinco anos.
O Sr. Anderson, aposentou-se do The Times em 1949. Naquela época, estimava-se que ele havia contribuído para mais de 5.280 assassinatos nas colunas de suas resenhas.
O Sr. Anderson, que nasceu em Madison, Wisconsin, formou-se no Luther College, em Decorah, Iowa. Após concluir seus estudos, lecionou por vários anos.
A pedido de seu irmão, o falecido Karl Anderson, cartunista e criador da série de quadrinhos “Little Henry”, o Sr. Anderson foi para Nova York quando Joseph Pulitzer e William Randolph Hearst estavam disputando a supremacia na circulação de jornais.
Após trabalhar inicialmente no departamento de quadrinhos do antigo New York Journal, o Sr. Anderson tornou-se editor de quadrinhos do The New York World. Entre suas realizações, destaca-se a criação da tira “Hawkshaw, o Detetive”.
O Sr. Anderson ingressou no The Times em 1924. Em um capítulo do livro de Howard Haycraft (1905 – 1991), “The Art of the Mystery Story” (A Arte da História de Mistério), o Sr. Anderson explicou por que preferia romances policiais a outros gêneros.
“Eles lidam com muito frequentemente com o amor”, escreveu ele, “que pode ser efêmero, enquanto o assassinato, por outro lado, é tão permanente quanto qualquer coisa pode ser. O escritor que lida com assassinato tem um personagem que permanecerá no mesmo lugar, não importa o que os outros façam.”
Isaac Anderson faleceu em 12 de novembro de 1961 no South Shore Hospital, em Weymouth, Massachusetts. Ele tinha 93 anos.
O Sr. Anderson morava com o filho em Hingham, Massachusetts, nos últimos seis anos.
Sobrevivem-lhe um filho, Allen N., e duas filhas, a Sra. Bertin E. Romine, de North Pembroke, Massachusetts, e a Sra. King Gordon, de Irvington-on-Hudson; dez netos e quatro bisnetos.
(Direitos autorais reservados: https://www.nytimes.com/1961/11/13/archives — New York Times/ Arquivos/ Arquivos do The New York Times – 13 de novembro de 1961)

