Georges Franju, foi cineasta francês e cofundador da Cinemateca Francesa, suas obras mais conhecidas foram “Les Yeux Sans Visage” (“A Câmara do Horror do Dr. Fausto”, 1960); “Judex”, uma homenagem de 1964 a Louis Feuillade (1873 — 1925), o diretor de cinema mudo; “Thomas l’Imposteur”, uma obra de 1965 baseada no romance romântico de Jean Cocteau

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Georges Franju, diretor de cinema

 

Georges Franju (nasceu em 12 de abril de 1912, na vila de Fougeres — faleceu em Paris, em 5 de novembro de 1987), foi cineasta francês e cofundador da Cinemateca Francesa. Influenciado por Jean Painlevé (1902 — 1989), Fritz Lang, Friedrich Wilhelm Murnau, focou a produção de seus filmes no aspecto visual com base na política dos autores. 

O Sr. Franju nasceu em 12 de abril de 1912, na vila de Fougeres, e trabalhou nos cenários do Folies-Bergère antes de realizar seu primeiro curta-metragem, “Le Metro”, em 1934, com Henri Langlois (1914 — 1977). Os dois fundaram um cineclube de curta duração, antes de estabelecerem a Cinemateca Francesa, o arquivo cinematográfico francês, em 1936.

O Sr. Franju dedicou muitos anos à Cinemateca e, de 1938 a 1953, esteve envolvido com a Federação Internacional de Arquivos de Filmes e o Instituto de Cinematografia Científica.

Em 1949, o Sr. Franju dedicou-se ao cinema documentário com “Le Sang des Bêtes”, um estudo brutal de um matadouro parisiense. Realizou cerca de uma dúzia de outros documentários durante a década de 1950, sobre temas tão diversos quanto o pioneiro do cinema Georges Méliès (1861 — 1938) e o Théâtre National Populaire. Uma mudança de carreira aos 47 anos.

Ele começou a dirigir longas-metragens aos 47 anos e, durante as décadas de 1960 e início de 1970, realizou diversos filmes aclamados pela crítica, baseados em romances franceses famosos, além de vários filmes e curtas-metragens para a televisão.

Suas obras mais conhecidas foram “Les Yeux Sans Visage” (“A Câmara do Horror do Dr. Fausto”, 1960); “Judex”, uma homenagem de 1964 a Louis Feuillade (1873 — 1925), o diretor de cinema mudo; “Thomas l’Imposteur”, uma obra de 1965 baseada no romance romântico de Jean Cocteau; e “Nuits Rouges” (“O Homem das Sombras”), um filme de 1974 sobre uma criatura com muitos disfarces.

Georges Franju morreu na quinta-feira, 5 de novembro de 1987 em Paris. Ele tinha 75 anos.

Ele deixa esposa, Dominique, e um filho, Bjorn, ambos residentes em Paris.

(Créditos autorais reservados: https://www.nytimes.com/1987/11/07/archives – New York Times/ ARQUIVOS/ 7 de novembro de 1987)

Uma versão deste artigo foi publicada na edição impressa de 7 de novembro de 1987, Seção 1, Página 35 da edição nacional, com o título: Georges Franju, um diretor de cinema.
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