DONALD MADDEN, ATOR ACLAMADO
Donald Madden (nasceu em 5 de novembro de 1933, em Nova Iorque, Nova York — faleceu em 22 de janeiro de 1983, em Central Islip, Nova York), foi um ator aclamado por seus papéis clássicos na Broadway e em teatros regionais.
O Sr. Madden interpretou o papel de Hamlet no Phoenix Theater de Nova York em 1961. O New York Times, em um editorial sobre sua performance, a chamou de “um ‘Hamlet’ tão vibrante e comovente quanto qualquer outro visto em nossa geração”.
”Encenado de forma emocionante, lindamente encenado, apresentado com sensibilidade, este é um ‘Hamlet’ para ser visto; e Donald Madden é um príncipe da Dinamarca que não será esquecido”, escreveu o The Times.
O Sr. Madden iniciou sua carreira shakespeariana em 1959, no papel de Marco Antônio na produção de “Júlio César” do Festival de Shakespeare de Nova York, papel que lhe rendeu o prêmio Theater World Award. Estreou na Broadway em 1959.
Ele também interpretou Hotspur em ”Henrique IV, Parte 1” no Phoenix, o papel-título em ”Ricardo II” no American Shakespeare Festival e o papel-título em ”Ricardo III” no New York Shakespeare Festival.
O Sr. Madden estreou na Broadway em “Look Back in Anger” em 1959, quando David Merrick o convidou para suceder Kenneth Haigh (1931 — 2018) no papel de Jimmy Porter, que o Sr. Madden recriou em turnê. O Sr. Madden recebeu uma indicação ao Tony Award por seu papel em “Black Comedy”, de Peter Shaffer (1926 — 2016), em 1967, no Teatro Ethel Barrymore.
O Sr. Madden ganhou um Drama Critics Award por sua atuação como August Strindberg em ”The Night of the Tribades”, de Per Olov Enquist (1934 — 2020), no McCarter Theater em Princeton.
Ele coestrelou com Claire Bloom em ”Hedda Gabler” e ”Casa de Bonecas”. O Sr. Madden também apareceu em ”Scribes” de Barrie Keefe no Phoenix Theater em 1977 e com Tammy Grimes (1934 — 2016) em ”Trick”, uma comédia de suspense em 1979 no Playhouse Theater.
Em 1972, ele fez sua estreia no cinema no musical ”1776”, interpretando John Dickinson, o conservador da Pensilvânia que lutou ferozmente contra a adoção da Declaração de Independência.
Donald Madden morreu em 22 de janeiro de câncer em Central Islip, Long Island. Ele tinha 49 anos e morava na casa de sua prima, Christine Brennan, em Central Islip.
Seu primo é o único sobrevivente. Um velório em Manhattan será realizado posteriormente.
(Direitos autorais reservados: https://www.nytimes.com/1983/01/23/archives – New York Times/ Arquivos/ Arquivos do New York Times/ Por Dorothy J. Gaiter – 23 de janeiro de 1983)
Uma versão deste artigo aparece impressa em 23 de janeiro de 1983, Seção 1, Página 28 da edição nacional com o título: DONALD MADDEN, ATOR.
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