“Por vezes eu pensei se escrever não era um luxo solipsista em países como o meu, onde há escassos leitores, tantas pessoas pobres e analfabetas, tanta injustiça, e onde cultura foi o privilégio de alguns poucos. Essas dúvidas, no entanto, nunca asfixiaram o meu chamado, e eu sempre continuei escrevendo mesmo durante os períodos em que me sustentar absorvia a maior parte do meu tempo.” Mario Vargas Llosa, autor de obras como “Batismo de Fogo” (1963), “Conversa no Catedral” (1969), “Os Cadernos de Dom Rigoberto” (1997), “Travessuras da Menina Má” (2006)
Pérolas e frases em entrevistas e do discurso proferido quando ele foi premiado com o…