“Quando sinto impulsão lírica escrevo sem pensar, tudo que o meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi.” Mário de Andrade (1893-1945), poeta, escritor e crítico de arte paulista

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Quando sinto impulsão lírica escrevo sem pensar, tudo que o meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi.”

Mário de Andrade (1893-1945), poeta, escritor e crítico de arte paulista.

(Fonte: Revista Caras – 7 de novembro de 2007 – Edição nº 731 – Citações)

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