“A imprensa exerce um papel muito sério. Trata-se de um negócio comercial, mas não pode ser …

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Orgulhoso de pertencer ao quadro de concursados do Ministério da Saúde, o jornalista atualmente ainda era convidado para dar palestras em faculdades de Comunicação Social. A situação política e econômica do país e o papel da imprensa eram temas prediletos nos encontros com amigos, colegas e estudantes.

“A imprensa exerce um papel muito sério. Trata-se de um negócio comercial, mas não pode ser sensacionalista nem faltar com a verdade. Deve necessariamente ser ética acima de tudo. O jornalista precisa estar atento para não cair em tentação. Os meios de comunicação precisam de leitores e não de apreciadores de desastres e catástrofes somente,” disse recentemente ao comentar o papel dos veículos de comunicação.
Membro do Conselho Regional dos Profissionais de Relações Públicas (Conrerp-RJ), Paulo Caringi lançou em 2010, o livro de memórias “O que estava em todas”, com o relato de histórias vivenciadas em quase 70 anos de profissão. Em um encontro de jornalistas aposentados, no auditório do Sindicato, Caringi anunciou a doação do seu acervo pessoal de fotos e textos ao Centro de Cultura e Memória do Jornalismo. O corpo do jornalista Paulo Caringi, velado no Memorial do Carmo, foi sepultado na sexta-feira (14), no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju. Ele morreu na tarde desta quarta-feira, vitimado por um câncer, aos 86 anos.
(Fonte: www.jornalistas.org.br – 13 maio 2010)

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