“Decidi me recolher. Chorei, fui abraçada e pensei muito.” MARÍLIA CASTRO NEVES, desembargadora de mensagens vitriólicas, na carta em que pede perdão, de uma tacada só, a três alvos de posts: uma professora com síndrome de Down (“o que será que ela ensina a quem?”), a vereadora assassinada Marielle Franco (“estava engajada com bandidos”) e o deputado Jean Wyllys (a quem recomendou um “paredão profilático”
“Decidi me recolher. Chorei, fui abraçada e pensei muito.” MARÍLIA CASTRO NEVES, desembargadora de mensagens…